não é dada pelos ponteiros do relógio nem pela posição do sol... simplesmente sente-se... quando, de repente, faz sentido.
sexta-feira, agosto 22, 2014
quinta-feira, agosto 21, 2014
quarta-feira, agosto 20, 2014
terça-feira, agosto 19, 2014
You never know...
"I don't understand how a woman can leave the house without fixing herself up a little - if only out of politeness. And then, you never know, maybe that's the day she has a date with destiny. And it's best to be as pretty as possible for destiny."
Coco Chanel
segunda-feira, agosto 18, 2014
For I once was at the egde of my world...
“I reached out my hand. No one was beside me. I was alone, abandoned, at the edge of the world.”
Haruki Murakami
in Dance Dance Dance
quarta-feira, agosto 13, 2014
É só a mim...
... ou a mais alguém irrita que se refiram ao superior hierárquico como "chefe"?
É que para mim "chefe" remete para autocarros cheios, hora de ponta e gente a gritar "ó chefe, abra atrás!"
Não...?
terça-feira, agosto 12, 2014
segunda-feira, agosto 11, 2014
segunda-feira, agosto 04, 2014
E eu disse um dia: já sei onde é o inferno, é ali.
Tenho estado um pouco de fora. Por alguma razão - que certamente Freud ou qualquer um dos seus pares explica - tenho-me mantido na margem do "não há-de ser assim tão grave". Olho de longe. De perto quando não tenho como evitar mas de longe, mantendo distância, a distância segura de quem não se quer envolver demais. Até porque não somos assim tão próximas. Até porque "não há-de ser assim tão grave"... Mas é. Afinal é. E sendo, tenho que me aproximar, saltar para a outra margem e encará-lo: é. "Já me começou a cair o cabelo, sabes?" Não sei, não sabia mas agora imagino e digo que isso não interessa nada, quantas pessoas ficam giríssimas de cabelo rapado. É mais nova que eu. Descreve que começou a cair por isso pediu ao marido para, no dia seguinte, levar a máquina: não queria ficar com peladas. E eu vi-me e imaginei-me e vi cabelo a cair à minha frente. Ou melhor, recordei. E pensei: faria o mesmo, exactamente o mesmo. É mais nova que eu. Começou a quimio porque afinal é mais grave. Aliás, é do mais grave que pode haver. Em pouco menos de um mês em que me afastei até fisicamente por força das circunstâncias, o palco rodou e o cenário "não há-de ser assim tão grave" foi substituído. Quando dei conta, era esta a realidade e o meu afastamento mais que físico, tinha que deixar de existir. Não somos assim tão próximas mas ela aproxima-se e eu não tenho o direito de não o fazer. É mais nova que eu. E eu digo que se dar aulas lhe traz alento então deve continuar e sim, eu vou às tuas aulas. Quando as puderes dar porque "já percebi, com a primeira sessão: no dia estou bem, dois dias depois não me mexo". É mais nova que eu. E peguei no telefone, chega de mensagens escritas, aproximei-me e falei, ouvi a voz, ri, fiquei a saber como será o processo: quimio, nova operação, prótese, mais quimio. E depois? Depois é rezar para que tinha ficado por ali. Sim, quinta-feira lá estarei. Nas novas instalações, claro! Que bom, um novo espaço! "É maior, sabes, vamos ficar melhor". Claro que sim, melhor. Melhor. Porque o que dá vida é viver. Melhor. Porque um dia queremos voltar a falar, a ver, a saber, e quando percebemos já chegámos atrasados. Melhor. Para, ainda que por momentos, fingir driblar o pior.
quinta-feira, julho 31, 2014
quarta-feira, julho 23, 2014
sexta-feira, julho 18, 2014
Cinco
"That night I lost you, I lost something inside me. Or perhaps several things. Something central to my existence, the very support for who I am as a person."
Haruki Murakami - 1Q84
quarta-feira, julho 16, 2014
terça-feira, julho 15, 2014
Perfil
Fingers crossed.
(e truz, truz, truz, três vezes na madeira e umas quantas avé Maria e o que mais houver... a ver se é desta...!!)
Nada é à toa
"Eu sou assim, ligada na tomada. Sempre querendo encontrar uma razão pra tudo. Pessoas como eu sofrem mais. Se decepcionam mais. Por outro lado, crescemos. Evoluímos. Amadurecemos. Nada é estático em nossas vidas. Nada é à toa. Tudo ganha uma compreensão, tudo é degrau, tudo eleva."
Martha Medeiros
terça-feira, julho 08, 2014
segunda-feira, julho 07, 2014
Porque cada ano é um começo
A vela soprada que não pode faltar, faz parte dos meus rituais, não sei se desde sempre, se desde que o quis para sempre: luz, para mim. O ano passado, D. Rodrigos, honrando a região onde me encontrava e a minha paixão antiga por esses doces; este ano, honras feitas também a sul mas um pouco mais a norte, e que me recebeu por estes dias: metade Morgado, metade um outro, para mim, desconhecido, mas que fez igualmente jus ao bom nome doceiro da zona. E, não havendo grande escolha na loja asiática onde me dirigi já ao fim do dia, o "um" em grande chamou-me e eu aceitei-o perguntando-me porque não percebi antes que é, afinal, o "um", o único algarismo que faz sentido...
sexta-feira, julho 04, 2014
quinta-feira, julho 03, 2014
quarta-feira, julho 02, 2014
Acabei de o apanhar no Conan... que bom que isto é..!
Come Around With Me
Bernhoft
(Come on, little baby, yeah)
Come around, come around with me
Come around, come around with me
Stop right there, brother
Halt you sweet self for a minute now
No one said one word about letting go,
so slow down, slow down
I'm still searching for timber,
but everyone gets on board with me now
When this boat sets sail,
I'll make sure you'll make the count,
whoohoohoohoohoo
But for now,
you smash your head against the docks again
Much like you always do
I'll be there with a coat when the rain falls on you
Come around, come around with me
(Come around with me now)
Come around, come around with me
(Come around with me, yeah)
Come around, come around with me
(Come around with me)
Come around, come around with me
Don't take so long, sister
Don't take too long to gimme a call
I might fly like a bee,
but there's always time to hang around with you
Don't stand in the doorway,
there's a place for you right here in my hive
When the season starts we'll get right down to the honey pie,
whoohoohoohoohoo
But for now,
you get stung when you lay down again
I'll invent a potion to ease the pain
You, you spill the beans,
I'll wash off the stains
It's gonna hurt but it won't top the gain, my friend
Come around, come around with me
(Come around with me now)
Come around, come around with me
(Come around with me, yeah)
Come around, come around with me
(Come around with me)
Come around, come around with me
(Come around, come around)
See you standing all alone / Come around with me
You feel you can't pay back / Come around, come around
All the love that you feel you owe / Come around with me
You feel you can't pay back / Come around, come around
terça-feira, julho 01, 2014
segunda-feira, junho 30, 2014
Agradecendo...
"Em tempos em que quase ninguém se olha nos olhos, em que a maioria das pessoas pouco se interessa pelo que não lhe diz respeito, só mesmo agradecendo àqueles que percebem nossas descrenças, indecisões, suspeitas, tudo o que nos paralisa, e gastam um pouco da sua energia conosco, insistindo."
Martha Medeiros
sexta-feira, junho 27, 2014
Já estou cansada...
... e ainda tenho que:
- almoçar em casa da progenitora (parece coisa simples e que até poderia proporcionar alguns momentos de "lanzeira" mas, sendo a progenitora a minha, as probabilidades de tudo correr em harmonia e sossego nem de perto se assemelham às de Portugal ter passado aos oitavos de final no Mundial. Em mau.);
- receber, ao final do dia mas a horas diferentes, dois potenciais interessados em alugar uma das minhas (imensas!) propriedades (pega no carro, corre para lá, espera, espera espera, cumprimenta, finge que é simpática, explica os pormenores de que o agente sempre se esquece, espera, espera, espera, sorri mais uma vez, despede-se. E depois... faz tudo outra vez...);
- começar a fazer um bolo de quatro andares nunca testado...('tas-te a passar!?! estou. mas não me interessa, vou fazer o c***ão do bolo nem que a vaca tussa e ele há-de sair lindinho como na fotografia! ai dele se não sair!);
- aproveitar o tempo de forno e "dar-lhe" como se não houvesse amanhã durante 45 minutos em cima de uma elíptica (para ir acelerando o metabolismo do corpinho que vai, depois, receber uma ou outra fatia do bolo referido, ora pois!).
Tudo isto a temperar 8 horas de trabalho.
Lá para a meia noite acabo...
quinta-feira, junho 26, 2014
quarta-feira, junho 18, 2014
Da "minha pessoa". Para sempre a "minha pessoa".
Diz-me o coração qualquer coisa
Quando em mim poisa
O teu olhar
Ambos enlevados ficamos
E não deixamos
De nos fitar
Que sinto em mim
Que vejo em ti
Olhos nos olhos
Será assim
Que o amor sorri
Olhos nos olhos
Lindo sonho se vê
Despontar e subir
Enlaçar
Que domina e que lê
Sendo cego e fala
Sem falar
Amar é belo
Amar é doce
Olhos nos olhos
O teu olhar
É que me trouxe
Esta certeza
Quando olho p´ra ti
Quando olhas p´ra mim
Nossa vida há um amor
Temos pressa
Amor que diz
Coisas febris
Olhos nos olhos
segunda-feira, junho 16, 2014
C'a nerves!!!
Quase, quase a mandar tudo às urtigas e a ir vibrar para outra freguesia!
Écrã tamanho família me aguarde "que eu vou lhe usar"!!
Mundial mode
A progenitora:
"Então não é que a "polva" nem hesitou e escolheu a Alemanha!? A estúpida..."
quinta-feira, junho 12, 2014
E parece-me ser este o estado da nação... (por mãos de outro, que eu nunca saberei escrever assim...)
"São horas de perigo, as de desencanto com o que nos rodeia, o que somos, o que nos espera.
O que então vemos não é o que poderia ser, a imaginação fica aquém, onde se queria solidez encontramos o que é pegajoso ou se esboroa entre os dedos, o chão de areia, o visgo das armadilhas.
Sábio aquele que se faz eremita e retira do mundo, privilégio que a poucos – hoje talvez a nenhuns – é dado, pois o mundo tomou conta de nós, aperfeiçoando as pinças com que nos tritura, as grilhetas que, por serem invisíveis, ganham em eficiência e mais seguramente escravizam.
São horas de perigo, porque nos sonhamos livres e sabemos títeres, já tão perdidos que nós próprios enlaçamos os cordelinhos com que o mundo nos faz saltitar. E vamos adiante, sempre adiante, na ilusão de que os pés são nossos, o caminho o que escolhemos. Na verdade nunca saímos do sítio. Giramos em torno do mesmo eixo, é a mudança dos bastidores que nos engana e faz comparsas num musical sem actores."
J. Rentes de Carvalho
quarta-feira, junho 11, 2014
sexta-feira, junho 06, 2014
E a propósito do tabaco...
“Já não se pode fumar em nenhum lado. O desamor é bem mais devastador e, no entanto, não é proibido.”
Pedro Paixão
in A Rapariga Errada
quarta-feira, junho 04, 2014
Quanto tempo o tempo tem...
“As time goes on, you'll understand. What lasts, lasts; what doesn't, doesn't. Time solves most things. And what time can't solve, you have to solve yourself.”
Haruki Murakami
in Dance Dance Dance
Precisamos
"(...)
Viver uma vida de experiências inconsistentes é tão errado como assumir que só precisamos de compromissos e um caminho desenhado e linear: acabamos reféns da nossa inocência, numa tragédia privada onde somos espectadores e actores.
Viver uma vida de experiências inconsistentes é tão errado como assumir que só precisamos de compromissos e um caminho desenhado e linear: acabamos reféns da nossa inocência, numa tragédia privada onde somos espectadores e actores.
Precisamos de fazer as duas coisas, de experimentar e descobrir e de assumir compromissos. Precisamos de saber errar e aprender, de evoluir e chegar mais longe, de evitar caminhos lineares, que acabam quase sempre por ser os mais perigosos. Precisamos de evitar ser toldados pelo doce aroma da segurança, que nos turva a percepção do perigo em que estamos. É mais seguro um perigo controlado, cheio de pequenas adrenalinas que tornam a vida interessante, com piada e sem um destino aborrecidamente conhecido.
E nesse caminho consciente que vamos traçando, temos que assumir compromissos também. São esses enlaces que vão ser os nós que nos amarram a um longo prazo que seja mais que uma manta de retalhos. Saber recalibrar e redireccionar em cada estágio deste caminho inédito que queremos para nós é o pequeno truque secreto que evita a tragédia de acabar num pátio fechado, onde não há mais caminhos, só o doce perigo de ficar à espera de definhar."
Pedro Barbosa
Sonhos que nunca cumpriremosterça-feira, junho 03, 2014
segunda-feira, junho 02, 2014
Sem surpresas...
What do your eyes reveal about you?
Irresistible
You tend to have an irresistible personality. People can be drawn to you almost magnetically. You can entertain very well but you can also be fantastically intimate. You're naturally great at making eye contact and the traits you possess allow you to genuinely charm people and convince them to do anything you want.
(É impressionante como um teste da treta feito via net em 2 minutos pode ser tão preciso... ;))
sexta-feira, maio 30, 2014
Reality check
Nada acontece por acaso, gosto eu tanto de pensar num primeiro momento... mas os meus "baldes de água fria" mentais estão sempre à beirinha, prestes a cair e, ao mínimo toque fantasista da minha alma indomada (e indomável..?), "o que é" e o "como é" assumem razões absolutamente lógicas e racionais, que nada têm de místico ou sobrenatural. Não há "escritos" do destino, não há momentos que "tinham que o ser", não há forças do Universo envolvidas... há sim que ter forças para aguentar a chatice que é ter que lidar com situações mundanas, as que a vida nos impõe, vendo-as como elas são, sem o véu da conspiração dos deuses, sem imaginar empurrões esotéricos ou situações fadadas pelo destino, contra a racionalidade de quem as vive, porque estavam "destinadas" e é inútil lutar contra elas. São chatas e pronto. Simplesmente chatas, sem o mínimo de romantismo ou glamour ou pózinho celeste.
No outro dia, uma das minhas "irmãs" disse-me que os últimos anos me mudaram muito, "mesmo muito". Não tive oportunidade de explorar o assunto mas talvez não me seja difícil adivinhar a mudança maior que salpica e influencia todas as outras: crença (ou fé, como queiram). No caso, ausência dela. Nas pessoas, nos sentimentos, nos momentos. Nas fantasias. No destino.
Não, não quero com isto dizer que perdi a fé na humanidade e que ache que este mundo está perdido, sem salvação. Mas, sim, quero dizer que perdi a fé, a crença nas pessoas normais, que até são capaz de grandes coisas, de grandes sentimentos e de grandes feitos mas cuja natureza pobrezinha faz com que não façam nada e não sintam nada de jeito. Se antes achava que uma pessoa comum podia amar incondicionalmente, dar-se incondicionalmente, fazer seja o que for seguindo o que melhor tem em si, apesar do que custa e do que dói, hoje acredito piamente que essa capacidade esteja reservada a seres especiais, one of a king, de massa verdadeira e valiosa, que é coisa para não andar aí espalhada em todos os genes. Ou seja, não é para qualquer um, a maioria das pessoas não vale a ponta de um corno e os que até valem alguma coisinha acabam sempre por se deixar levar por uma série de outros sentimentos que não os permitem ser o melhor que poderiam ser. E contra mim falo. (E é uma pena porque, no final da linha, acaba por ser isso que nos vai definir o caminho...)
Mas adiante...
Posto isto, o que safava era o que está "para além de", o que não se entende, o mágico, místico, não era? O destino, os deuses, os traços nas palmas das mãos... As estrelas que guiam e favorecem... O que safava era algo transcendente que, apesar da fraqueza de espírito dos comuns mortais, pusesse tudo no seu devido lugar, resolvesse todos os desencontros, repusesse a justiça, seguindo a carta do que está destinado, exaltando, finalmente!, o que é puro e bom e verdadeiro e que nós, gente banal demais, deixamos que se afunde no correr dos dias e nas mazelas mal cicatrizadas. Era o que safava... mas lamentamos, não temos.
Enfim... isto tudo para dizer que, cada vez que a minha alma indomada (e indomável..?) se leva a pôr a hipótese de não haver coincidências e que o que tem que ser tem muita força e mais não sei o quê, a água fria cai de chapa na cabeça e refresca-lhe a memória. E sim, talvez seja essa a minha mudança, a mais fundamental: aprendi a ver a vida com olhos "tábua rasa": não há coincidências? Há pois, podem é ser uma maçada, uma seca valente, um sapo gordo de engolir! E só, sem ter nenhum propósito divino. O que tem que ser tem muita força? Pois tem, a bendita da força das circunstâncias das merdas da vida com que temos que levar. E só. O resto, meus caros, é carro alegórico que, no fim do Carnaval, se desmonta em realidade.
Mas adiante...
Posto isto, o que safava era o que está "para além de", o que não se entende, o mágico, místico, não era? O destino, os deuses, os traços nas palmas das mãos... As estrelas que guiam e favorecem... O que safava era algo transcendente que, apesar da fraqueza de espírito dos comuns mortais, pusesse tudo no seu devido lugar, resolvesse todos os desencontros, repusesse a justiça, seguindo a carta do que está destinado, exaltando, finalmente!, o que é puro e bom e verdadeiro e que nós, gente banal demais, deixamos que se afunde no correr dos dias e nas mazelas mal cicatrizadas. Era o que safava... mas lamentamos, não temos.
Enfim... isto tudo para dizer que, cada vez que a minha alma indomada (e indomável..?) se leva a pôr a hipótese de não haver coincidências e que o que tem que ser tem muita força e mais não sei o quê, a água fria cai de chapa na cabeça e refresca-lhe a memória. E sim, talvez seja essa a minha mudança, a mais fundamental: aprendi a ver a vida com olhos "tábua rasa": não há coincidências? Há pois, podem é ser uma maçada, uma seca valente, um sapo gordo de engolir! E só, sem ter nenhum propósito divino. O que tem que ser tem muita força? Pois tem, a bendita da força das circunstâncias das merdas da vida com que temos que levar. E só. O resto, meus caros, é carro alegórico que, no fim do Carnaval, se desmonta em realidade.
Pure love
"Pure love for another person, and what people call romantic love, are two different things. Pure love doesn't manipulate the relationship to one's advantage, but romantic love is different. Romantic love contains other elements—the desire to be loved by the other person, for instance. If purely loving another was enough, you wouldn't suffer because of unrequited love. As long as the other person was happy, there wouldn't be any need to suffer because you weren't being loved in return. What makes people suffer is the desire to be loved by another person. So I decided that romantic love and pure love for a person are not the same. And that by following this you could lessen the pain of unrequited love."
Haruki Murakami
in "Underground: The Tokyo Gas Attack and the Japanese Psyche"
quinta-feira, maio 29, 2014
Cof... cof... permitam-me que vá aquecendo a voz...
I CAN'T GET NO...
... TANTANTANRANRANTARANRANRANRANRANRAAN...
SATISFACTION...!
quarta-feira, maio 28, 2014
quinta-feira, maio 22, 2014
Cultura e bola dentro de uma só pessoa. Desta pessoa.
Vem aí a Feira do Livro!! Vem aí o Mundial!!
Vem aí a Feira do Livro!! Vem aí o Mundial!!
Vem aí a Feira do Livro!! Vem aí o Mundial!!
Já estou que nem posso..!
Ingenuidades
Superior hierárquico para mim, passadas umas horas de me terem forçado a pôr alguns pontos em alguns is:
- Então, já te passou o mau feitio???
'Tadito...
quarta-feira, maio 21, 2014
Dos dias assim
Há sentimentos que aceitam com muita relutância ficar confinados aos porões da nossa mente. Por isso, de vez em quando, conseguem esgueirar-se durante o nosso sono, espalhando-se devagarinho por nós de forma a conseguir entranhar-se nos nossos âmagos e estar bem presentes e arreigados quando acordamos. Nessa altura, por mais que o instinto nos grite para que os expulsemos a pontapé, o melhor a fazer é cumprimentá-los, aceitar a sua presença e até enrolarmos-nos também neles um bocadinho, de olhos fechados e com paciência, deixando-os dizer de sua justiça e escarafuchar nas nossas feridas. Só depois disso, só depois de ver a sua existência reconhecida e aceite, como vingança de desterro, nos deixam sacudi-los de volta ao seu lugar.
terça-feira, maio 20, 2014
Diz ela com conhecimento de causa e, por isso, já "realizadora" de várias longas metragens...
"Não há gente mais criativa que gente com mentes emocionalmente instáveis."
Perfil
Para grandes males, grandes remédios.
(ou, em estrangeiro, a man's gotta do what a man's gotta do!)
E tenho dito.
PS: o man da frase sou eu, sim, e não, não é "síndrome de Conchita", é apenas recurso ao sentido figurado.
E tenho dito. Também.
E tenho dito. Também.
segunda-feira, maio 19, 2014
Crescimento
"Ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: A gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais rápido."
Martha Medeiros
O que me ando a rir com esta...
Uma pessoa dirige-se a casa de um vidente com quem marcou consulta. Toca à campainha:
- Quem é?
- Ai... começamos mal..!
(não é tão boa!!? :))
- Quem é?
- Ai... começamos mal..!
(não é tão boa!!? :))
Baduum!
"Chegámos ao fundo do poço", dizem os míseros tostões que restam da minha conta bancária.
O que mostra que em qualquer idade se pode descer ainda mais um bocadinho... Quais mínimos olímpicos, quais quê, pá! Isso é para meninos...!
Lutas
"... só vale a pena lutar por aquilo que vale a pena possuir."
Clarice Lispector
E aqui me posso encontrar, cunhada em cada um dos lados desta moeda...
domingo, maio 18, 2014
sexta-feira, maio 16, 2014
Gulas. E gente minha.
Felicidade é comer com gente que me conhece e entende tão bem que me estende o seu prato para eu provar sem que tenha que pedir...
(e que, vendo-me perante uma ementa recheada e o costumeiro dilema da escolha - aaagghhh, queria experimentar tanta coisa! -, me diz: vá, escolhe um que eu escolho um dos outros e partilhamos)
E por falar em "laços", uma das "minhas"...
Laços
Toranja
Andamos em voltas rectas
Na mesma esfera
Onde ao menos nos vemos
Porque o fumo passou
A chuva no chão revela
Os olhos por trás
Há que levar o restolho
Do que o tempo queimou
Tens fios de mais
A prender-te as cordas
Mas podes vir amanhã
Acreditar no mesmo deus
Tens riscos de mais
A estragar-me o quadro.
Se queres vir amanhã
Acreditar no mesmo deus
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços...
Andamos em voltas rectas
Na mesma esfera
Mas podes vir amanhã
Se queres vir amanhã
Podes vir amanhã
Tens riscos de mais
A estragar-me a pedra
Mas se vieres sem corpo
À procura de luz
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços...
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
meu amor... meu amor... meu amor...
Toranja
Andamos em voltas rectas
Na mesma esfera
Onde ao menos nos vemos
Porque o fumo passou
A chuva no chão revela
Os olhos por trás
Há que levar o restolho
Do que o tempo queimou
Tens fios de mais
A prender-te as cordas
Mas podes vir amanhã
Acreditar no mesmo deus
Tens riscos de mais
A estragar-me o quadro.
Se queres vir amanhã
Acreditar no mesmo deus
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços...
Andamos em voltas rectas
Na mesma esfera
Mas podes vir amanhã
Se queres vir amanhã
Podes vir amanhã
Tens riscos de mais
A estragar-me a pedra
Mas se vieres sem corpo
À procura de luz
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços...
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
Devolve-me os laços, meu amor!
meu amor... meu amor... meu amor...
quinta-feira, maio 15, 2014
Escolhas
"Mas toda escolha tem suas desvantagens e você precisa ter preparo para elas. Se você decide não voar por qualquer coisa que você supõe que te prenda, lembre-se, isto também é escolha sua."
Martha Medeiros
Nota: se me pedissem para destacar apenas uma das muitas e grandes lições que aprendi nos últimos anos desta minha singela existência, não me restam grandes dúvidas que seria esta...
Martha Medeiros
Nota: se me pedissem para destacar apenas uma das muitas e grandes lições que aprendi nos últimos anos desta minha singela existência, não me restam grandes dúvidas que seria esta...
quarta-feira, maio 14, 2014
terça-feira, maio 13, 2014
Caminhos
"Há quem alimente a ilusão de que a vida se assemelha a uma estrada, os avisos a anteceder as curvas perigosas, os declives anunciados em percentagens, os cruzamentos assinalados, nos miradouros sempre bela a paisagem. E então, iludidos pela própria ingenuidade, há os que se julgam capazes de, na estrada como na vida, indicar aos outros o melhor percurso, prever as curvas, os obstáculos, aconselhar paragens e cuidados. Pena perdida. Muito pouco, quase nada, valem os avisos e as boas intenções dos que nos querem proteger. Para a vida tão-pouco há mapas, programas ou instruções, mesmo à luz do dia cada passada é dada no escuro, nunca se sabe se virar à direita é melhor do que à esquerda, se seguir em frente é erro.
Felizmente vamos andando, cegos de olhos abertos, contentes de que as pernas nos levem, iludidos de que sabemos para onde."
J. Rentes de Carvalho
in http://tempocontado.blogspot.pt
J. Rentes de Carvalho
in http://tempocontado.blogspot.pt
segunda-feira, maio 12, 2014
sexta-feira, maio 09, 2014
Get off your ass!
"And with that, with regards to being happy, it seems the best advice is also the simplest: Imagine who you want to be and then step towards it. Dream big and then do something. Anything. The simple act of moving at all will change how you feel about the entire process and serve to inspire you further.
Let go of the imagined result; it's not necessary. The fantasy and the dream are merely tools to get you off your ass. It doesn't matter if they come true or not. Live, man. Just live. Stop trying to be happy and just be."
Exemplos
Nada como ter uma colega que, com muita frequência, nos mostra que há uma certa ciência por trás do uso de leggings... e que ela não a domina!
Perfil
Se sou rapariga para me atrever a tentar ir contra a maré das probabilidades e das estatísticas...?
A resposta da danada da filha da minha mãe só pode ser uma: bring it on, baby!
terça-feira, maio 06, 2014
O presente
Vagueia pelo parque como tantos outros - são os que não são perigosos, dizem. Pequeno, grisalho, magro, curvado, a idade que já pesa, os passos demoram-se apesar de pequenos e até quase ligeiros. Alinhado, sempre bem alinhado. Sorridente, sempre sorridente. Com um sorriso terno de quem não sorri para fora, antes lhe vem de dentro. Um sorriso de alma, acho eu, de alma contente e serena de ser quem é. Ou quem julga que é.
Cumprimenta-me sempre que passa por mim: sempre o mesmo mise en scène: pára, conservando uma distância cavalheiresca, curva ligeiramente e respeitosamente a cabeça e, mantendo o sorriso terno que nada também nos olhos, diz: boa tarde. Não sei se me vê realmente, se me reconhece de umas vezes para as outras, se me distingue das outras pessoas que por aqui circulam e a quem, por certo, também cumprimenta: sei que me ouve porque só se retira quando respondo, sorrindo ternamente também: boa tarde. Porque o sorriso terno que também nada nos olhos viaja para fora dele e contagia por dentro fazendo-me sorrir sem querer. É inevitável.
Hoje, José Luís Peixoto e o seu "Cemitério de pianos" na pausa para almoço. Dentro do carro, banco comprido para trás, de janela entreaberta para aspirar a sombra das árvores e a conversa fiada dos pássaros, leio em silêncio. De repente, uma batida tímida no vidro para não me assustar. Viro a cabeça e lá está ele: distância cavalheiresca, cabeça inclinada, sorriso terno que nunca se desfaz: boa tarde. Devolvo já sorrindo mas, estranhamente, não o vejo retirar-se logo como de costume. Fica parado uns segundos e acrescenta: vous avez une visage très jolie. O seu sorriso alarga-se e ilumina-se, o meu também, agradeço sentindo a maior ternura do mundo e ainda recebo um "good afternoon" antes da partida. O sorriso terno vira-se com ele, a alma contente e serena vira-se com ele e continuam o seu caminho. O que me deu de presente fica comigo.
segunda-feira, maio 05, 2014
E das grandes!
No dia da Mãe, no Mercado de Fusão, dispersos pelas várias barraquinhas, a decidir o que comer:
- Vê lá, se calhar a tua mãe precisa de ajuda, parece estar um pouco confusa aqui com o conceito...
Antes que tivesse tempo de reagir, a minha mãe aparece:
- Pronto, já encomendei caipirinhas ali em baixo!
terça-feira, abril 29, 2014
Um murro no estômago de quem abre portas todos os dias... mas que vai continuar a abri-las porque nunca mais vai ser possível deixar de o fazer
"Às vezes penso que a morte não existe; que é uma piada de mau gosto que alguém me contou. Às vezes penso que vou abrir a porta e encontrar a minha avó, a rir. Há vinte anos que abro portas à espera dessa gargalhada."
in Nano-contos
quinta-feira, abril 17, 2014
Quantos pontos??
Private joke para quem já joga este jogo há quase tanto tempo quanto eu... ;)
(e prevenindo possível uso deste post em hipotético futuro processo em tribunal onde a acusação pretenda provar a minha insanidade mental: é só ler em cima. Joke. Significa "piada", brincadeirinha, palhaçada, que não é a sério. Boa?!?)
Poema para iludir a vida
Tudo na vida está em esquecer o dia que passa.
Não importa que hoje seja qualquer coisa triste,
um cedro, areias, raízes,
ou asa de anjo
caída num paul.
O navio que passou além da barra
já não lembra a barra.
Tu o olhas nas estranhas águas que ele há-de sulcar
e nas estranhas gentes que o esperam em estranhos portos.
Hoje corre-te um rio dos olhos
e dos olhos arrancas limos e morcegos.
Ah, mas a tua vitória está em saber que não é hoje o fim
e que há certezas, firmes e belas,
que nem os olhos vesgos
podem negar.
Hoje é o dia de amanhã.
Fernando Namora
em "Mar de Sargaços"
Pontarias
Woaw...! Só hoje já acertei duas vezes no cesto de papel com o qual diariamente exercito a mira..!
(Sim, é o das instalações sanitárias da entidade patronal; sim, raramente acerto; sim, ninguém faz isto, já sei)
(Sim, é o das instalações sanitárias da entidade patronal; sim, raramente acerto; sim, ninguém faz isto, já sei)
Será sinal divino de que hoje vai ser um dia bom?!
Ou, pelo menos... um dia, errr... certeiro?!
terça-feira, abril 15, 2014
É isto! É isto...
"These two were acting like complete teenagers. When I walked up, she was nuzzling her head against his shoulder. She giggled the entire time I talked with them, while he kept a big goofy grin on his face. And whenever I asked about their relationship, she clutched his arm, looked at him just like this, giggled, then said: "We're not telling!""
sexta-feira, abril 11, 2014
quinta-feira, abril 10, 2014
Likes
E eu quero saber que o tiozinho adorado "lika" de um post sobre "As 65 fotografias mais extraordinárias do século" cuja imagem exemplificativa é o rabo nu de uma senhora....?
Não. Não quero.
terça-feira, abril 08, 2014
"Outro" sol
Chamei-lhe "outro" sol sem ter que pensar. "Outro" sol, que entra e ilumina um outro chão, de uma outra vida. Um espaço que me sussurra sentimentos contraditórios: um espaço que é meu e também não é, onde ainda me encontro para logo a seguir me desencontrar e até estranhar, onde me reconheço e desconheço num mesmo momento, onde me sinto presente e tão mas tão distante, onde o calor frio (calafrio?) desse "outro" sol, me confunde e me incomoda.
Um "outro" sol, que - amálgama de memória - faz lembrar novos sóis, de nova vida, a entrar pela janela dos dias que ali começavam e que eram novos também, sinónimos de liberdade e estrada própria, menina que finalmente voa para fora do ninho e se vê por sua conta. E era este "outro" sol que abrilhantava esse caminho. Um sol que irrompia com cheiro de começo e de novidade, com chilrear de pássaros e aroma a flores.
Mais tarde, um "outro" sol - amálgama de memória -, de construção, de alicerces, de bases... ou fosse o que fosse que se parecia com isso...
Por fim, um "outro" sol - amálgama de memória -: ali, a cair naquele chão - sol fresco de manhã cedo - onde caíram também as notas que, em sobressalto, me avisaram da chegada de negras novas que iriam ditar o que se seguiu. E o que se seguiu... nem mesmo esse "outro" sol conseguiu alguma vez iluminar. Um "outro" sol, que se espalhava naquele mesmo chão, como sempre, mas que nunca mais alcançou romper o nevoeiro cerrado que ali acabou por se instalar.
Fotografo esse "outro" sol sem que, por um segundo, me passe pela cabeça vê-lo como vejo o sol de agora. É "outro", para sempre "outro". "Outro" que, por vezes e tortuosamente, me puxa para esta viagem através dele, através da ladeira da história da sua luz ao longo do meu tempo - aquele meu tempo ali -, viagem essa que acaba sempre na constatação de que, por mais que este "outro" sol se esforce, nunca mais terá como me iluminar.
Resta apenas virar as costas e deixá-lo lá.
segunda-feira, abril 07, 2014
domingo, abril 06, 2014
sexta-feira, abril 04, 2014
quinta-feira, abril 03, 2014
Do amor. De quem se quer.
"Quando eu pensava que não podia ser mais feliz, manhã após manhã era mais, mas só um bocadinho mais do que o máximo humanamente possível; pensava eu ser absolutamente impossível que eu fosse, de repente, muito mais feliz, do que a própria felicidade até. Mas, de repente, fui. Muito mais. Casei com o meu amor e o meu amor tornou-se a minha mulher, minha em tudo, para tudo, para sempre. E eu, finalmente, consegui divorciar-me de mim e deixar de ser tão triste e aborrecidamente meu, trocando-me, no melhor negócio do século, por ela. Ela ficou minha. Eu fiquei dela. É ou não é estranho e lindo e bem pensado por Deus Nosso Senhor que ambos pensemos que nos livrámos de boa e ficámos a ganhar? É.
É sim. A minha mulher é mais minha do que eu alguma vez fui meu — e eu antes não podia ter sido mais para mim, felizmente. Por ter tudo agora para lhe dar. Que alívio. Nunca mais me quero ver na vida.
A não ser aos olhos dela, onde sou muito bem visto — talvez o maior homem que já viveu, logo a seguir ao pai dela, claro. É um milagre como melhorei tanto. E paradoxalmente sem deixar de ser eu por causa disso. Ou mesmo que deixasse, com tal amor não tinha saudades nenhumas.
Sou em termos estritamente matemáticos, amorosos e integrais, tanto mais dela como o todo absoluto que ela é e me deu.
Afinal o casamento é a maior ajuda que se pode receber. Passa-se a pertencer. E, em troca, passa-se a possuir. A pertencer e a possuir mesmo. Fica-se, por troca, sossegadamente apropriado e violentamente proprietário.
Não me venham com modernismos de meia-tijela, liberalices sem fundamento humano, tretas de quem não ama, de quem não aspira ser de outro, amado, que nos ama. Casar é trocar. Casar é trocar a liberdade podre, que é a de cada um, pela posse rica, que é a de quem se quer. E casando se passa a ter, absolutamente, por vontade de quem se dá e de quem recebe.
Casando por amor prescinde-se do nosso pior inimigo (nós próprios), entregando-o a quem sabe e gosta de aproveitá-lo, abusá-lo, tirar o maior prazer dele. E recebe-se quem mais queremos, para dela fazermos o que queremos, que é tudo."
Miguel Esteves Cardoso
in 'Explicações de Português'
Inconformismo. Em conformidade.
"Do que você precisa, acima de tudo, é de se não lembrar do que eu lhe disse; nunca pense por mim, pense sempre por você; fique certo de que mais valem todos os erros se forem cometidos segundo o que pensou e decidiu do que todos os acertos, se eles forem meus, não seus. Se o criador o tivesse querido juntar a mim não teríamos talvez dois corpos ou duas cabeças também distintas. Os meus conselhos devem servir para que você se lhes oponha. É possível que depois da oposição venha a pensar o mesmo que eu; mas nessa altura já o pensamento lhe pertence. São meus discípulos, se alguns tenho, os que estão contra mim; porque esses guardaram no fundo da alma a força que verdadeiramente me anima e que mais desejaria transmitir-lhes: a de se não conformarem."
Agostinho da Silva
in "Cartas a um jovem filósofo"
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