Calçar saltos e vestir roupa pipi depois de três semanas de havaianas e biquinis... só me ocorre uma palavra (das minimamente decentes!): birra!
não é dada pelos ponteiros do relógio nem pela posição do sol... simplesmente sente-se... quando, de repente, faz sentido.
segunda-feira, setembro 12, 2016
quinta-feira, setembro 08, 2016
sábado, setembro 03, 2016
Porque não me sai da cabeça (e da boca) há horas...
... e porque já aprendi a não discutir com estas manifestações que não apresentam justificação: se apareceu, quer ser reconhecida e lá terá as suas razões. Eu limito-me a fazer-lhe a vontade.
terça-feira, agosto 30, 2016
Do dia e dos sonhos...
"Anyone who has ever attempted to write something (...) will know that hope itself can be crippling.(...) Pessoa's great work offers us a different approach altogether: accepting that dreams needn't be converted into achievement."
in The Guardian
segunda-feira, agosto 22, 2016
De madrugada
É raro, muito raro, mas por vezes a angústia toma conta de forma quase absoluta. E a lembrança de outras angústias, tão profundas e, por isso, tão incapacitantes durante tanto tempo, alimenta-a: o dia nasce e os olhos recusam-se a cerrar novamente. Saio e aprecio o tempo ainda fresco de Verão. Aqui, casa de infância, onde a natureza se impõe mais: água a correr e cheiro a campo de madrugada. Reconheço que a angústia não dorme comigo, pelo contrário, sapateia em mim todo o tempo, tentando despertar-me e, não atingindo o seu objectivo, mostra-se em pleno quando finalmente o dia a começar faz o seu trabalho. É esse o momento de maior luta: a luta pela sobrevivência, pela prevalência. Enjoa-me, enganando-me, domina-me a mente ainda sonolenta até que eu consiga espantá-la para o seu devido lugar. Abro os olhos, recuso a que se instale, permito que as outras realidades e o dia que começa vinguem. E assim sobrevivo a mais uma luta.
É raro, muito raro, mas tento apreciar o facto de me ter trazido até aqui.
(Tenho medo, ainda assim. Tenho medo que me tenha, apesar de tudo, moldado a vida ...)
quarta-feira, agosto 17, 2016
Porque adoro, continuo a adorar...
You saw me standing by the wall
Corner of the main street
And the lights are flashing on your window sill
All alone ain't much fun
So you're looking for the thrill
And you know just what it takes and where to go
Don't say a prayer for me now
Save it 'til the morning after
No, don't say a prayer for me now
Save it 'til the morning after
Feel the breeze deep on the inside
Look you down into your well
If you can, you'll see the world in all his fire
Take a chance
Like all dreamers can't find another way
You don't have to dream it all, just live a day
Don't say a prayer for me now
Save it 'til the morning after
No, don't say a prayer for me now
Save it 'til the morning after
Save it 'til the morning after
Save it till the morning after
Pretty looking road
Try to hold the rising floods that fill my skin
Don't ask me why
I'll keep my promise
Melt the ice
And you wanted to dance so I asked you to dance
But fear is in your soul
Some people call it a one night stand
But we can call it paradise
Don't say a prayer for me now
Save it 'til the morning after
No, don't say a prayer for me now
Save it 'til the morning after
Save it 'til the morning after
Save it 'til the morning after
Save it 'til the morning after
Save it 'til the morning after
Save a prayer 'til the morning after
terça-feira, agosto 16, 2016
A dança das cadeiras e a m**** que é sempre a mesma...
Despotismo. Despotismo no seu pior. Ao comunicar-me as "boas novas, disseram-me 'pode chamar nomes, dizer asneiras, já todos o fizemos' mas a minha voz só consegui remeter-se ao silêncio. Incredulidade. Contado ninguém acredita, pensei eu no imediato, mas nem esse lugar comum é verdadeiro, infelizmente. Acreditam, pois, acreditamos todos. Mudam-se governos, ministros, secretários de estado, disto e daquilo, e continuamos a acreditar, já ninguém se ilude. Porque vemos, porque vivemos na pele. Irresponsabilidade. Com os dinheiros públicos, com o trabalho dos outros. Desrespeito. 'Ah, logo vi, é deste partido.' Não, perdoem-me mais um lugar comum, desta vez verdadeiro: são todos iguais. Não é a primeira vez que o vejo e o que vejo não olha a cores, assume-as todas e assume-se com todas. E de repente, lembro-me que faltam apenas quatro dias (três e meio!) para ir de férias. E de repente até penso que as devia adiar para que o mal, a encomenda de feição déspota, seja repartida, não pese mais a uns do que a outros. Mas decido que não. Não adio. Tenho sorte, não estarei presente a maior parte do tempo. Vou aproveitá-la. Acima de tudo porque me enoja, acima de tudo porque não lhe quero dar mais tempo do aquele a que sou obrigada. Não dou. Já dei muito, meses e meses e horas e horas de trabalho. Agora chega, haverá mais quando voltar.
No rescaldo das notícias, o que não tem remédio, remediado está. Por isso, a decisão toma-se rápido: almoço numa esplanada (e o que eu gosto de esplanadas..!), sombra e Machado de Assis. Não há mal que não se cure assim.
Pumba! Na "mouche"...
"Ela é de Câncer? Pois, meu amigo pode se preparar pois essa parada não vai ser fácil, não. A canceriana não é uma mulher simples. Pelo contrário, ela é complexa, instável, inquieta e imprevisível… é uma mulher que vem sem manual de instruções.
Não é uma mulher que gosta de pular de galho em galho, mas está disposta a fazê-lo até que encontre o homem certo para se acomodar. E uma vez que o encontrar irá se entregar de corpo e alma.
A canceriana precisa do seu carinho e vai pedir por isso até conseguir.
Ela é sensível. Até frases bonitas podem fazê-la chorar e até problemas pequenos a deixam atormentada. Mas ela não é mulher de se abater e desistir fácil. Por mais complicado que as coisas estejam, ela vai até o fim. É uma mulher exigente, perfeccionista e determinada.
A canceriana tende a ser insegura e você precisa fazer com que ela saiba que ela é amada, que é especial e que é a dona do seu coração.
São mulheres que levam muitas emoções e sentimentos dentro de si, muito amor mas ódio também – se sente raiva, a canceriana pode se tornar muito vingativa.
Ela é misteriosa, não é qualquer um que consegue entrar e desvendar sua alma. A chave para descobrir seus segredos e suas nuances é o amor. O amor abre a canceriana, e se você se mostrar merecedor do seu amor, será digno dos seus segredos. Mas tome cuidado, ninguém sabe o que você vai encontrar lá dentro.
Ela é de fases, seus sentimentos são como uma montanha russa. Ora está feliz, rolando no chão de tanto rir, ora está num cantinho chorando baixinho… e você quer saber porque ela chora… pois até que consiga te explicar já se debulhou de chorar.
Essa mulher gosta de cultivar uma certa nostalgia. Valoriza memórias e lembranças que a fizeram rir mas também as que a fizeram chorar. Por um outra lado, é uma sonhadora, e com tudo que guarda dentro de si, prefere sonhar com o futuro.
Mas toma cuidado, viu? Essa moça é possessiva… e ciumenta também. Gosta das suas coisas perto de si, e se um dia você disser a ela que você lhe pertence… você será dela para sempre. Ela vai cuidar de você, como se você fosse um bichinho de pelúcia, um animalzinho de estimação.
Ela é de cancêr e você até pode conseguir conquistá-la fácil mas não será fácil mantê-la ao seu lado. Vale à pena, contudo, lutar por uma mulher de câncer. Não desperdice o amor da canceriana, porque o que ela tem para te dar é de ouro. Se você a deixar ir embora, é provável que ela nunca mais volte.
Ela é de câncer mas os sentimentos que leva dentro do seu coração são mais intensos do que todos os signos do horóscopo juntos."
sexta-feira, agosto 12, 2016
À beira do fim de semana prologado...
Noto que não tenho parado muito para pensar. Os acontecimentos e os dias acontecem-me e eu aconteço neles, esforçando-me para que, pelo meio do atropelo a que me sujeitam, os consiga viver da melhor forma. Porque me parece, sim, que esta é a melhor forma. Mas, de vez em quando, há um pensamento que consegue escapar da roda de hamster em que vivem todos eles porque a ela os confinei e assume-se no palco principal da minha mente. Relembra-me que existe. Acarinho-o. Apesar da suspensão que me provoca, aceito-o e digo que sim, que sei que está lá e que não me esqueço dele. Mas que tem que entender que tenho aprendido a libertar esse palco de ideias à deriva mas que derivam a velocidade estonteante porque, lá está, apenas me estonteia, não se me resolve nada. E assim o devolvo calmamente aos bastidores, para rodar o que tiver que ser porque é da sua natureza mas sem me perturbar a existência. Desisti de tentar controlar seja o que for, na medida do meu possível, sendo quem sou. Bom... não. Não desisti. Desisti, sim, de achar sempre que consigo. E isso faz toda a diferença.
quarta-feira, agosto 10, 2016
terça-feira, agosto 09, 2016
Once upon a time...
"(...)
Feeling unsure, the girl thought the best thing was to put her heart in a safe place. Just for the time being. So she put it in a bottle and hung it around her neck. And that seemed to fix things … at first.
Feeling unsure, the girl thought the best thing was to put her heart in a safe place. Just for the time being. So she put it in a bottle and hung it around her neck. And that seemed to fix things … at first.
(...)
Although, in truth, nothing was the same.
She forgot about the stars… and stopped taking notice of the sea.
She was no longer filled with all the curiosities of the world and didn’t take much notice of anything…
(...)
One day, while walking on the beach where she had once strolled blissfully with her father, the “girl” — now a grown woman — encounters another girl still little and still filled with the boundless and buoyant curiosity that had once been hers. Suddenly, she is reminded of all she lost when she locked away loss.
(...)
(...)
So she sets out to liberate her heart from its glassy prison — but the bottle has been fortified by years of self-protection.
(...)
The bottle couldn’t be broken. It just bounced and bounced … right down to the sea.
But there, it occurred to someone smaller and still curious about the world that she might know a way.
(...)
The heart was put back where it came from. And the chair wasn’t so empty anymore."
Oliver Jeffers
quinta-feira, agosto 04, 2016
E num quiosque perto de si...

Ao final do dia, a combater arduamente a neura de ter que trabalhar em Agosto...
Porque o nacional também é bom, muito bom mesmo...
You're the one I really want, oh yeah
All your friends say I'm the one
And I don't like your men, no
But this is not the real reason
You should be mine, because I'm yours
You know I've been waiting by the door
I don't mind, don't mind on you moving so cold
Cause I know that one day you'll be mine
Don't get me wrong, you know I'll wait
If you want me gone I'll disappear
Don't get me wrong baby I swear
If you come my way I will do you no wrong
Do ya no wrong
Do you no wrong
Do ya no wrong
Do you no wrong
Do ya no wrong
I'm the one you really want
Fuck your men you know he soft
And I don't like your plan, noo
You and I cannot be friends
You should be mine, because I'm yours
You know I've been waiting by the door
I don't mind, don't mind on you moving so cold
Cause I know that one day you'll be mine
Don't get me wrong you know I'll wait
If you want me gone I'll disappear
Don't get me wrong baby I swear
If you come my way I will do you no wrong
Do ya no wrong
Do you no wrong
Do ya no wrong
Do you no wrong
Do ya no wrong
Did you know, that your man
Mess around with other girls and all
He don't really care bout you
Did you know that your man
Always on the road without you
He don't give a fuck who's with you, damn
Did you, did you know?
I'm telling you his heart has cold
How you end up with him I don't know
You should be mine, because I'm yours
You know I've been waiting by the door
I don't mind, don't mind on you moving so cold
Cause I know that one day you'll be mine
One day you'll be mine
One day you'll be mine
One day you'll be mine
If you come my way I will
Do you no wrong
Do ya no wrong
Do you no wrong
Do ya no wrong
quarta-feira, agosto 03, 2016
Eu, a EMEL e a velha que espero que seja minha vizinha
Hoje fui multada pela EMEL por ter o carro parado em segunda fila. Mas o mais caricato, para dizer no mínimo, foi o facto de ter sido multada porque a senhora que tinha o carro barrado pelo meu não esteve para apitar, como é costume por esta terra, para chamar o proprietário (que por acaso era eu e que por acaso estava a meros dois passos e atenta, como é meu hábito nestas raras situações, de forma a correr assim que a ouvisse): mal chegou ao carro, chamou directamente o fulano da EMEL que por ali passava e mais nada.
Tinha obrigação de apitar? Não.
Quem estava mal era eu? Era.
Custava mais apitar do que ir chamar o tipo da EMEL?
Acho que não...
Mas pronto... agradeci-lhe educadamente a solidariedade...
(Só espero que a minha incapacidade de reter caras não se manifeste neste caso. Só espero cruzar-me outra vez com a tipa, barrar-lhe o carro e ficar à espera... Só espero..!)
terça-feira, agosto 02, 2016
Pergunto-me...
... em que momento a minha cara - que não abriu a boca - fez crer à moça encarregada de espalhar tinta pela minha cabeça, no cabeleireiro, que eu queria saber que ela está a tentar deixar de fumar e que fuma dois maços por dia mas que, trabalhando ali, não porque não pode fazer tantas pausas e que o patrão do marido deixou o cigarro com agulhas e que a mulher do patrão do marido também mas já com a sogra do patrão do marido não resultou e que uma amiga pôs mamas no São José, e que foi só inscrever-se e estar dois anos à espera e que ela também quer porque sempre pensou em ter mamas maiores, ainda mais de graça...
Em que momento, céus...?
segunda-feira, agosto 01, 2016
Porque me fez saltar da cadeira ainda agora, porque já não a ouvia há imenso tempo, porque me continua a fazer dançar, porque continuo a adorá-la!
One, two, princes kneel before you
(that's what I said, now)
Princes, Princes who adore you
(Just go ahead, now)
One has diamonds in his pockets
(that's some bread, now)
This one, said he wants to buy you rockets
(Ain't in his head, now)
This one, he got a princely racket
(That's what I said, now)
Got some big seal upon his jacket
(Ain't in his head, now)
Marry him, your father will condone you
(how bout that, now)
Marry me, your father will disown you
(he'll eat his hat, now)
Aww, marry him or marry me
I'm the one that loves you baby can't you see?
Ain't got no future or a family tree
But I know what a prince and lover ought to be
I know what a prince and lover ought to be
Said, if you want to call me baby
(Just go ahead, now)
An' if you'd like to tell me maybe
(Just go ahead, now)
An If you wanna buy me flowers
(Just go ahead, now)
And if you'd like to talk for hours
(Just go ahead, now)
Said, One, two, princes kneel before you
(that's what I said, now)
Princes, Princes who adore you
(Just go ahead, now)
One has diamonds in his pockets
(that's some bread, now)
This one, he wants to buy you rockets
(Ain't in his head, now)
Marry him or marry me
I'm the one that loves you baby can't you see?
Ain't got no future or a family tree
But I know what a prince and lover ought to be
I know what a prince and lover ought to be
Said, if you want to call me baby
(Just go ahead, now)
An' if you'd like to tell me maybe
(Just go ahead, now)
If you wanna buy me flowers
(Just go ahead, now)
And if you'd like to talk for hours
(Just go ahead, now)
And if you want to call me baby
(Just go ahead, now)
An' if you'd like to tell me maybe
(Just go ahead, now)
If you'd like buy me flowers
(Just go ahead, now)
And if you'd like to talk for hours
(Just go ahead, now)
Said, if you want to call me baby
(Just go ahead, now)
An' if you'd like to tell me maybe
(Just go ahead, now)
If you wanna buy me flowers
(Just go ahead, now)
And if you'd like to talk for hours
(Just go ahead, now)
Ohh baby
(Just go ahead now)
ooh just just go ahead now ooh your majesty
(Just go head now)
come on forget the king and marry me
(Just go ahead now)
come on, come on, come on
(Just go ahead now)
go ahead now yeah,
just go ahead now
If you want to buy me flowers
(Just go ahead now)
yeah just go ahead now baby
quinta-feira, julho 28, 2016
quarta-feira, julho 27, 2016
Das coisas que não se explicam
Bola de Berlim com creme ao chegar da água, depois de mil mergulhos a escorrer por mim abaixo. Não sei exactamente porquê mas sei que a vida não consegue ser muito melhor do que isto.
sexta-feira, julho 22, 2016
quinta-feira, julho 21, 2016
E mudando radicalmente de assunto...
... alguém me explique como é que, após dois copos bem cheios de vinho branco à pressão, certas duas almas voltam ao trabalho, hein, V.!?!
Aos tombos!!!
(Valha-nos isso. Valha-nos a amizade, os almoços "regados" a copos cheios de vinho mas também de conversa, de empatia, de amor e amizade, de risos. Valha-nos a comemorações de início de Verão e do que mais nos apetecer. Valha-nos o sol e as esplanadas. Valha-nos a idade e o que já passámos. Valha-nos já sermos umas "crescidas". Valha-nos nós. Simplesmente, nós.)
Chega o subsídio de férias...
... e chegam, logo a seguir e para que não se sinta sozinho, o seguro da casa, o seguro do carro, o IUC, a inspecção, a revisão dos 60 mil, o acerto do IRS que este ano não foi meu amigo...
E o que me apraz dizer??
F*****************************************************************!!!!!!!!
segunda-feira, julho 18, 2016
sexta-feira, julho 15, 2016
À propos de Nice...
Não desesperes, Mãe!
O último triunfo é interdito
Aos heróis que o não são.
Lembra-te do teu grito:
Não passarão!
Não passarão!
Só mesmo se parasse o coração
Que te bate no peito.
Só mesmo se pudesse haver sentido
Entre o sangue vertido
E o sonho desfeito.
Só mesmo se a raiz bebesse em lodo
De traição e de crime.
Só mesmo se não fosse o mundo todo
Que na tua tragédia se redime.
Não passarão!
Arde a seara, mas dum simples grão
Nasce o trigal de novo.
Morrem filhos e filhas da nação,
Não morre um povo!
Não passarão!
Seja qual for a fúria da agressão,
As forças que te querem jugular
Não poderão passar
Sobre a dor infinita desse não
Que a terra inteira ouviu
E repetiu:
Não passarão!
Miguel Torga
in A Criação do Mundo
quinta-feira, julho 14, 2016
Do Verão
Ouço cigarras a cigarrar no meio de Lisboa, aqui e ali, onde há mato, onde há árvores. E num instante, viajo para as tardes quentes, tão quentes, e para a subida pesada e suada daquela rua - minha rua -, o sol a escaldar-me. O cheiro a erva quente, a amoras selvagens, a matagal áspero. E as cigarras. As cigarras a marcar-me o passo.
quarta-feira, julho 13, 2016
Porque me emociona; porque é minha, muito minha....
Where are we?
what the hell is going on?
The dust has only just began to fall
Crop circles in the carpet, sinking, feeling
Spin me around again and rub my eyes
This can't be happening
When busy streets a mess with people would stop to hold their heads heavy
Hide and seek
Trains and sewing machines?
All those years they were here first
Oily marks appear on walls
Where pleasure moments hung before
The takeover, the sweeping insensitivity of this
Still alive
Hide and seek
Trains and sewing machines? (oh, you won't catch me around here)
Blood and tears they were here first
Mm what you say
Oh that you only meant well, well of course you did
Mm what you say
Mm that it's all for the best, of course it is
Mm what you say
That it's just what we need, you decided this
Mm what you say What did she say?
Ransom notes keep falling at your mouth
Mid-sweet talk, newspaper word cut outs
Speak no feeling no I don't believe you
You don't care a bit you don't care a bit
You don't care a bit
You don't care a bit
You don't care a bit
You don't care a bit
You don't care a bit
terça-feira, julho 12, 2016
segunda-feira, julho 11, 2016
Não me posso emocionar, está visto!, a selecção está a dar cabo de mim, este dia está a dar cabo de mim...
... dei por mim ainda agora a trautear David Carreira!!
sexta-feira, julho 08, 2016
quarta-feira, julho 06, 2016
Constatação #101
Há que assumi-lo: no fundo, no fundo, sou uma crente. Se os deuses enviam um seu emissário na minha direção, acredito que o fazem com algum desígnio divino e, como tal, não encontro em mim forças para o renegar. Ainda que o emissário me surja em forma de vendedor de bolas de Berlim...
Mais um, menos um...
Sol. Praia. Mar. Silêncio. Machado de Assis. Reconheço que não é comum contar-se os anos que faltam mas em minha defesa tenho a paz que essa perspectiva me dá. Telefonemas, mensagens, amor em palavras. A piada da 'Mula Velha' - o vinho - e o gozo que me dá ser pessoa que se ri de piadas destas e que, se for preciso, ainda faz outras piores(melhores) logo a seguir. Convites. Respostas. O mês agridoce. A vela que quero soprar. 'Quantas festas vais fazer este ano!?': as festas que me apetecer. O jantar. O nosso jantar de sempre. À beira-rio porque me disseste 'quando sair daqui vamos festejar o teu aniversário à beira-rio'. Agridoce. Mas mais doce. Estás aqui. Sol, praia, mar e o privilégio que é fazer anos no Verão num país de mar. Tudo é degrau, tudo eleva. E o que eu me vou elevando sempre que não me esqueço de aprender o que a vida tem para me ensinar. E eu nunca me esqueço. Os olhos mais azuis ainda, assim que mergulhados nas ondas do mar. Paz. Amor. Verdadeiro amor descoberto todos os dias. Por mim, de mim; por mim, de quem me ama. Não aceito menos. A idade adulta e o que eu gosto dela: liberdade de ir e vir, segurança, certezas. O trigo e o joio. Sol. Praia. Mar. Silêncio. Machado de Assis. A vida é melhor aqui.
terça-feira, julho 05, 2016
segunda-feira, julho 04, 2016
sexta-feira, julho 01, 2016
À distância
Nada como criar distância: entre coração e realidade. Parede de vidro que a impede de o amarfanhar. Nada como não deixar que ela não se concretize de imediato, pelo menos cá dentro. Intervalo temporal entre o ser e o sentir que é. Precisa convencê-lo primeiro. Nada como esperar para ver. Nada como ver de longe...
terça-feira, junho 28, 2016
Um dia hei-de renovar um seguro qualquer sem me dar ao trabalho de simular alternativas simplesmente porque não estou com pachorra para isso!
Hoje é o dia!
(Meu Deus! Quem és tu e o que fizeste à T.???!)
sexta-feira, junho 24, 2016
quinta-feira, junho 23, 2016
quarta-feira, junho 22, 2016
POR-TU-GAL! POR-TU-GAL! POR-TU-GAL!
Lembras-te?
O mais famoso e melhor dos Euros, para nós, aquele que nos fez saltar e gritar até ao último jogo, ainda que essa fosse a minha face quando a tua, mais discreta, se limitava a sorrir um sorriso que eu sabia ir para além dele. Lembras-te? Falávamos todos os dias, antes e depois das partidas. Às vezes até no intervalo. No jogo com a Inglaterra, telefonaste-me a dizer que tinhas escolhido ir para a rua, dar uma volta, para não veres os penalties, Lembras-te? "Não estou para me ver em chatices", disseste tu. Em comparação, eu era a histérica e entusiasmada e tu o cauteloso nos prognósticos e aquele que mantinha a calma apesar do resultado. Mas foste tu quem foi dar uma volta com medo que o coração disparasse demais, não foi?... E lembras-te quando me telefonaste do meio da rua porque estavas em Entrecampos a ver passar a invasão laranja dos adeptos holandeses a cantar em direcção ao estádio do Sporting? Lembras-te?
Acho que não há um jogo em que não pense em te ligar... talvez porque me esqueça que, afinal, estás comigo a ver tudo pelos meus olhos...
terça-feira, junho 21, 2016
Mais uma vez, e sempre, a minha máxima: amor com amor se paga
Há pouco tempo alguém me dizia que estou a chegar àquela idade em que o trigo e o joio se separam com maior clareza e facilidade. Percebo. Assumo. Se até aqui, os meus sentimentos tendiam a fechar os olhos à realidade, em nome de um histórico de relação ou dos bons velhos, sempre encontrando desculpas para situações ou atitudes com as quais não concordava e que até me magoavam, a minha visão, agora, parece menos turva.
Julgo que se prende com o grau de exigência. A idade traz-nos um grau de exigência superior em relação ao que e a quem nos rodeia. Já não estamos cá para m*****, já não nos preocupamos com o que possam pensar de nós, já não aceitamos menos do que... Porque não queremos nem precisamos.
A verdade é que a amizade, às vezes, obriga-nos a sacrifícios. Facto.
Eu estou disposta a fazê-los e faço-os. Facto.
Não posso nem quero esperar menos de quem se diz meu amigo. Outro facto.
Se é certo que, num primeiro momento, assumir a desilusão cá dentro dói e não é pouco - até parece que morreu alguém, e morreu mesmo, pelo menos um bocadinho da ideia que tínhamos como certa desse alguém - no momento seguinte, a serenidade de perceber que já só aceitamos o amor e a amizade que também damos, e não menos, instala-se. E acomoda-se. E estica-se no nosso sofá, de pés descalços, a usufruir da fresca numa noite de Verão que vem da janela escancarada para a rua.
Amo os meus amigos. Amo as pessoas que fazem parte da minha vida que, aliás, só têm o privilégio de deter esse lugar porque fizeram por merecê-lo e merecer o meu amor. Amo-as verdadeiramente. Só que agora amo-as ao ponto de não aceitar que sejam menos do que podem ser, menos do que me fez amá-las.
sexta-feira, junho 17, 2016
Das alfaces...
Acabar de almoçar à pressa... pedir o café ao balcão... sentir que ainda se tem bocados de alface nos dentes (maldita 'juliana'!)... tentar tirá-los discretamente com a língua... olhar para o lado e dar de caras com amiga da primária que gosta de falar e que tem milhentas perguntas para me fazer porque não me vê desde o último jantar de antigos alunos do colégio e, claro, quer ouvir as respostas...
Sim, é possível falar pressionado os lábios de forma a que estes não deixem os dentes a descoberto.... mas, não, a figura não é bonita...
quinta-feira, junho 16, 2016
terça-feira, junho 14, 2016
Amor é...
... absoluto, infinito, incondicional.
Quando não é, não é amor. Ponto final.
(Assim me vem ensinando todos os dias aquela que, por mais que a minha alma assombrada se rasgasse contra o chão, por mais que parecesse transfigurada, nunca deixou de me conhecer, nunca desistiu de mim, nunca deixou de me querer, sempre da mesma forma. A melhor amiga que alguém pode ter. A minha...)
quinta-feira, junho 09, 2016
Das palavras dos outros e das minhas
"E a certas horas de certos dias este verso de António Sardinha lido aos catorze ou quinze anos regressa devagar, tinge-me por dentro, fica a tremer em mim como uma gota numa folha que não cai, não cai e eu cheio de vontade de me sentar ao colo de sorrisos que já não existem, de escutar vozes que se calaram para sempre, de sentir mãos que me abandonaram e cheiros que perdi: tanta coisa me deixou já. Dantes quando o mar recuava na praia ficavam sempre prendas para mim: a voz do meu avô, seixos mais lisos que a minha pele, longos braços de algas, dedos que me pegavam devagar na mão, um murmúrio de felicidade secreta, os saltos das minhas tias no corredor pronunciando o meu nome (...)"
António Lobo Antunes
quarta-feira, junho 08, 2016
De mãos para o céu...
![]() |
| De Verwoeste Stad – Art at heart - Rotterdam |
"What is the meaning of this image? Or, rather what are the meanings? […] The figure represents the city. And the first dominant theme is that of the city being ravaged, razed. The hands and the head cry out against the sky from which the man-aimed bombs fall. […] The torso of the man is ripped open and his heart is destroyed. […] The legs give at the knees. The whole figure is about to fall.
The second theme is very different. This is also a figure of aspiration and advance. The heart is ripped out, but the arms and hands are not only held high in anguish and a vain attempt to hold off, they also raise and lift. The legs not only give at the knees, they also bend because they are steady. And from every direction as you walk round this figure, the step appears to be forwards. The figure has no back – and so cannot retreat. It advances in every direction (and do not think I’m now talking metaphorically; I am being quite literal."
John Berge (1960)
segunda-feira, junho 06, 2016
quinta-feira, junho 02, 2016
Getting to the point
Acabei de ver o discurso da Hillary sobre política externa. Fez-me lembrar uma famosa conferência de imprensa do então mayor de Nova Iorque, Rudolph Giuliani, a que assisti há uns anos atrás: directos ao ponto, sem rodeios, sem fazer uso do politiquez floreado e vazio de significado, claros, objectivos, sem hesitações, dizendo o que consideram importante dizer de forma inequívoca, não deixando espaço para duplas interpretações ou mal entendidos. Concorde-se ou não com o conteúdo, a forma é brilhante!
quarta-feira, junho 01, 2016
Aos bocadinhos
Dou por mim a pensar, todos os dias um bocadinho, no amor que me rodeia. Aos bocadinhos. Os pés que se entrelaçam na cama; o nariz húmido e ronronado da gata A. que parece não poder descansar sem ser bem colado à minha cara; o sorriso largo de alegria da Mary Mary enquanto pula pela rua, agarrada a dois balões coloridos, a propósito dos seus sete anos de vida; os beijos amigos que se transformam em abraços apertados de despedida, mesmo quando são só despedidas de até já; os sonhos (sempre os sonhos...) que apesar de, às vezes, ferirem para além de si, só o fazem porque também carregam em si amor, ainda que aos bocadinhos; a voz do outro lado do telefone que sorri; os almoços apressados com conversa de mil horas embutida numa só porque não podemos viver sem nos partilharmos, em histórias e em conselhos, e temos que aproveitar o tempo que temos; os copos, de vinho, de gin, de qualquer coisa, entre "irmãs"; as saudades que nunca se vão embora porque é justamente o amor que as alimenta...
segunda-feira, maio 30, 2016
(Enquanto espero que alguém tenha a bondade de m''aauuuuuuxiliar' com a questão da fechadura...)
Falávamos ontem e eu entendo que não seja considerado nada de muito positivo achar que a maioria das pessoas não vale a ponta de um corno, eu sei. Mas assim é. Não valem. A maioria das pessoas anda neste mundo e cruza uma vida inteira não dando mais do que aquilo que considera necessário para se poder olhar ao espelho e até se sentir razoavelmente bem consigo próprio. O resto - que é a prioridade máxima - é para si e por si. Ponto final, parágrafo. Mais do que isso é para os otários. Ensinou-me assim a minha ainda curta vida: a maioria das pessoas não vale a ponta de um corno.
Contam-se pelo dedos de uma só mão - e muita sorte temos nós se a mão for cheia - aqueles que estão cá também por e para nós, aqueles que, de facto, fazem por merecer a nossa valorização e que nos valorizam em igual medida. É assim.
Se dói chegar a esta conclusão? Claro, o crescimento dói sempre ainda por cima quando forçado mas são dores necessárias. A partir delas, a partir do momento em que se cruza a sua barreira e se aceita a realidade, é tudo muito mais fácil. Tiramos, assim, outras dores do nosso caminho, completamente estéreis de utilidade, como são as dores da ilusão.
A maioria das pessoas não vale a ponta de um corno. E essa realidade 'chapa-se-nos' na cara quando mais precisamos que valham, quando mais precisamos que a realidade seja mentira ... É assim.
Se é triste pensar desta forma (e, mais do que pensar, sentir)? Para mim, já não é. É pragmático e à vida falta pragmatismo, na maioria das vezes. Por isso, venha ele.
2a feita em todo o seu esplendor...
Nada como começar a semana trancada do lado de fora da casa só com o telemóvel, atrasada, semi arranjada e sem ninguém do lado de dentro para ajudar. A fechadura resolveu emperrar...
sexta-feira, maio 27, 2016
Dos dias que não têm 48 horas e ainda bem
Há alguns meses que ando nisto: dou conta e a manhã já foi; dou conta e já é quase noite e o meu computador ainda não se desligou e eu ainda não fiz tudo o que tinha que fazer.
Espero, sinceramente, que isto também se possa classificar de "vida"...
(Uma coisa é certa: se alguma vez tive dúvidas sobre a minha capacidade de trabalho, já me passou...)
quarta-feira, maio 25, 2016
Percepções
Percebi agora, ao demorar apenas uma apneia-dorida-no-meio-do-peito a fechar a página, que não consigo ler as cartas que te escrevi.
Dói.
Prefiro não as revisitar. Talvez não as volte a escrever.
Vamos falando todos os dias, não é?
É.
segunda-feira, maio 23, 2016
Eu, o "bobby" vermelho no fim dos seus dias e as idas e vindas
Desde a primeira ideia-semente ao cartão de embarque que se me apresenta via correio electrónico é o entusiasmo total! Devidamente munida da "droga" que for necessária para que os "achaques" da aeronave não me perturbem (tanto!), o mundo é meu, sempre que ele me queira e a minha conta bancária também. Cresço, evoluo e acrescento-me felicidade quando vou, não importa onde.
(Quando, no aeroporto, me pedem para assinar um qualquer termo de responsabilidade relativo à alça cambada do meu "bobby" vermelho e o dito começa a deixar rasto de borracha dos seus interiores e exteriores por onde quer que passe, concluo que a sua longa vida parece estar a chegar ao fim. Não é sem pena e tem sido justamente esta que me tem feito olhar para o lado quando se trata de observar as mazelas por demais visíveis já. Viajámos muito juntos e não se vira esta página de experiências lado a lado de ânimo leve. Como se o "bobby" fosse mais que um trolley... Em homenagem, já decidi que não me desfaço dele enquanto não encontrar substituto à altura: em espaço, medidas e beleza, que eu cá tenho um fetiche com malas de viagens. Não é que o "bobby" vermelho seja o rei da passerelle, apenas se foi destacando por ser vermelho numa época em que o cinza e preto imperavam nas passadeiras rolantes mas, já que se vai reformar, que possa dizer aos malotes companheiros no lar das bagagens-por-demais-viajadas que a sua dona não se contentou com um qualquer da loja do chinês para pôr no seu lugar, não! Teve que ser algum com arcaboiço para aguentar tudo o que ela lhe quiser pôr dentro e percorrer todos os pontos no mapa que ainda quer conhecer. Para que os conheçam juntos, como eu e o meu "bobby" tivemos o prazer de fazer.)
Idas e vindas, idas e vindas. Já fui e, em 48 horas, já vim. Daqui a nada vou outra vez (porque estou uma crescida e há viagens que já se conseguem fazer sozinha quando é preciso). Vou lá, onde quer que seja, buscar felicidade para a trazer comigo.
Balanceando...
Os sonhos (sempre os sonhos...) a relembrar-me perguntas que já tinha desistido de fazer...
quarta-feira, maio 18, 2016
sábado, maio 14, 2016
Frase do dia
“Of course, I am not worried about intimidating men: the type of man who will be intimidated by me is exactly the type of man I have no interest in.”
Chimamanda Ngozi Adichie
quarta-feira, maio 11, 2016
terça-feira, maio 03, 2016
segunda-feira, maio 02, 2016
E tão bom que isto é...
Lost in a Crowd
Fantastic Negrito
lost in a crowd
you feel your thoughts out loud
lost in the wilderness of the sound
get through the day, don’t drown
life it goes fast, youth is gone
feeling so lost
grieve, move on
stuck in the shadows of a life
that you tried to leave behind
can’t people play
slave through the year for a holiday
stuck in a room for too long
waiting to hear your favorite song
wait , panic, freak out
can’t you see out on a ledge?
shapeless expressions, lame, dead
until you’re fat, until you’re dumb
spend all your money ’til you come
well you travel, and you travel, trying to find it
i know that neither one of us
no, neither one of us can survive it
oh good lord
we travel, and we travel trying to find it
we’re just people, lonely people, you and i
get yourself, get yourself, get yourself
stand in line, wait for your turn, don’t you cry
they make the best dream past
you took their money, now you die
feelings of rage, broken bones
lost in a crowd
now you’re on your own
this is your life, now you’re gone
there’s no tomorrow
it’s here, it’s on well
we traveled, and we traveled, trying to find it
but i know that neither of us
no, neither one of us can survive it
baby, baby, baby, baby
the good lord did travel, did travel trying to find it
we’re just people, lonely people, you and i
we’re just people, lonely people, you and i
we’re just people, lonely people, you and i
la la la, la la la, la la la la la la, la la la, la la la
lonely people
Bloqueios
Porque é que a minha entidade patronal, ao impor restrições relativas aos sites a que podemos aceder, bloqueia o acesso a informação tão fundamental como saber, através de quizz, que sapatos vão melhor com a minha personalidade, hã??!?
Há prioridades, convenhamos!
Estúpidos...
quinta-feira, abril 28, 2016
Astrologias
Diz que Mercúrio está retrógrado em Touro até não sei quantos de Maio...
Porque raio é que isto não me soa nada bem...??
Porque raio é que isto não me soa nada bem...??
terça-feira, abril 26, 2016
Pérolas da porca #33
"O problema foi ele ter posto os cavalos à frente dos bois...!"
(Claro... os bois marraram nos cavalos e foi uma rebaldaria... é isso...)
terça-feira, abril 19, 2016
De quem me rodeia... (e ainda bem, que o humor também nos salva!)
Colega (gajo) a comentar atitude parva de colegas (gajas):
"Olha, sabes que mais, como dizia um amigo meu, o que essas fulanas precisam é de um nigeriano valente!"
sexta-feira, abril 15, 2016
terça-feira, abril 12, 2016
segunda-feira, abril 04, 2016
"A smooth sea never makes a skilled sailor"
Depressa! Aproveita o tempo, o pouco tempo, o tempo que não se coaduna com hesitações. Não gostas de datas, está visto, nem de datas-lembrança, nem de datas-prazos. Confinam-te, inibem-te, enervam-te e, acima de tudo, suprimem-te liberdade: a liberdade de ir e vir quando e como queres, a liberdade de seres quem podes ser, nos teus termos. Mas toda a gente parece usá-las como imperativos ou leis de vida. Às vezes, páras para te martirizar com a facilidade com que algumas vidas parecem deslizar pelos dias e anos e pelo plano de planos concretizados. De felicidade concretizada. De desejos concretizados. E lês frases de incentivo, sobre marinheiros e tempestades, e de como são os vagalhões que nos tornam mais fortes, mais ágeis, melhores e como, por isso, devemos apreciar a sua existência na nossa. Mentira. Ou talvez verdade mas na realidade o que interessa? Ou que interessa que sejamos muito fortes e ágeis e melhores quando morrermos sem ter alcançado o que queríamos? Mas depois, depois levantas a cabeça e respiras fundo. Mais uma vez. Atiras os martírios para o lado e engoles em seco de força ou pelo menos de ideia dela. Tem que ser. Tudo se resolve. Há mais frases sobre marinheiros. Hão-de servir para alguma coisa, talvez. Tem que ser.
sexta-feira, abril 01, 2016
terça-feira, março 29, 2016
Hoje são variados...
(Tanto que não sei...Tanto que gostaria de reter restando-me apenas e tristemente assumir que não tenho essa capacidade...)
circunlóquio | s. m.
1. [Retórica] Figura de estilo que consiste em dizer por várias palavras aquilo que pode ser dito por uma. = CIRCUNLOCUÇÃO, PERÍFRASE
2. Rodeio de palavras.
Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord
Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord, mais conhecido por Talleyrand foi um político e diplomata francês.
Mais
exegese | s. f. "exegese"
1. Interpretação gramatical, histórica, jurídica, etc., dos textos e particularmente da Bíblia.
2. Explicação; comentário. "exegese"
Os contos de José Luís Borges
Um dos mais importantes escritores do século XX, Borges preferiu escrever ensaios, poesias e contos a dedicar-se a um romance.
Mais
circunlóquio | s. m.
1. [Retórica] Figura de estilo que consiste em dizer por várias palavras aquilo que pode ser dito por uma. = CIRCUNLOCUÇÃO, PERÍFRASE
2. Rodeio de palavras.
Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord
Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord, mais conhecido por Talleyrand foi um político e diplomata francês.
Mais
exegese | s. f. "exegese"
1. Interpretação gramatical, histórica, jurídica, etc., dos textos e particularmente da Bíblia.
2. Explicação; comentário. "exegese"
Os contos de José Luís Borges
Um dos mais importantes escritores do século XX, Borges preferiu escrever ensaios, poesias e contos a dedicar-se a um romance.
Mais
quinta-feira, março 24, 2016
Fire
Ela vai morrer, eu sei que ela vai morrer. Todos vamos mas ela... ela vai morrer já, agora, daqui a nada. Ela vai morrer com tanto por fazer, por sentir, por ver. Com tanto para viver ainda. Ela vai morrer em breve e eu estou a acompanhar a sua morte em vida.
Enquanto escrevo isto, o rádio atrás de mim embala-me com esta... não deve ser por acaso...
Keep careful watch of my brothers' souls
And should the sky be filled with fire and smoke
Keep watching over Durin's sons
If this is to end in fire
Then we should all burn together
Watch the flames climb higher into the night
Calling out father, oh, stand by and we will
Watch the flames burn on and on
The mountainside
And if we should die tonight
Then we should all die together
Raise a glass of wine for the last time
Calling out father, oh
Prepare as we will
Watch the flames burn on and on
The mountainside
Desolation comes upon the sky
Now I see fire
Inside the mountains
I see fire
Burning the trees
And I see fire
Hollowing souls
And I see fire
Blood in the breeze
And I hope that you remember me
Oh, should my people fall then
Surely I'll do the same
Confined in mountain halls
We got too close to the flame
Calling out father, oh
Hold fast and we will
Watch the flames burn on and on
The mountainside
Desolation comes upon the sky
Now I see fire
Inside the mountains
I see fire
Burning the trees
And I see fire
Hollowing souls
And I see fire
Blood in the breeze
And I hope that you remember me
And if the night is burning
I will cover my eyes
For if the dark returns then
My brothers will die
And as the sky's falling down
It crashed into this lonely town
And with that shadow upon the ground
I hear my people screaming out
Now I see fire
Inside the mountains
I see fire
Burning the trees
And I see fire
Hollowing souls
And I see fire
Blood in the breeze
I see fire (oh you know I saw a city burning) (Fire)
And I see fire (feel the heat upon my skin) (fire)
And I see fire (fire)
And I see fire (burn on and on the mountainside)
Provérbio japonês...
... que o superior hierárquico resolveu enviar por email, em tom de graça, a mim e a mais dois colegas:
馬鹿 は 死ななきゃ 治らない
Baka wa shinanakya naoranai
Literalmente: A idiotice só é curada pela morte.
Sentido: Só morrendo mesmo.
E é isto...
terça-feira, março 22, 2016
Pérolas da porca #32
"O meu filho diz que seguiu às riscas as instruções que lhe dei pelo telefone..."
segunda-feira, março 21, 2016
Do dia da poesia
"The people you love
Become ghosts inside you
And like this
You keep them alive"
Robert Montgomery
sábado, março 19, 2016
sexta-feira, março 18, 2016
Dos (meus) demónios
"(...)
When you feel my heat
Look into my eyes
It’s where my demons hide
It’s where my demons hide
Don’t get too close
It’s dark inside
It’s where my demons hide
It’s where my demons hide
(...)"
in "Demons"
When you feel my heat
Look into my eyes
It’s where my demons hide
It’s where my demons hide
Don’t get too close
It’s dark inside
It’s where my demons hide
It’s where my demons hide
(...)"
in "Demons"
quinta-feira, março 17, 2016
Afinal... é lula? Ou frango??
Perante a actual situação política do Brasil, a minha distinta massagista, brasileira com nem tanto orgulho de há uns tempos para cá, dizia-me hoje: pode deixar, minha filha, que isso não vai ficar assim, não.... o galo do Lula está cozinhando faz tempo!!!
quarta-feira, março 16, 2016
E quando...
... numa reunião com os teus directores, em vez de "erros" saiem-te "rêgos" pela boquinha fora (salvo seja!)???
Ris. Ris muito. Não há outra hipótese...
terça-feira, março 15, 2016
Atavismo
(francês atavisme)
substantivo masculino
1. Propriedade de os seres reprodutores comunicarem aos seus descendentes, com intervalo de geração, qualidades ou defeitos que lhe eram particulares.
2. Semelhança com os antepassados.
"atavismo"
(Cortesia de J. Rentes de Carvalho referindo-se a certos atavismos portugueses com os quais embirra, numa entrevista onde também manifesta a sua profunda irritação em relação aos ditongos... :))
quinta-feira, março 10, 2016
Que estranho...
Não é, hoje em dia, assim tão raro que me façam sentir estranha. Olham-me com estranheza, indagam-me com estranheza, avaliam-me com estranheza. E eu... estranho... Porque, afinal de contas, e da última vez que olhei, quando queríamos alcançar determinado objectivo, continuávamos a ter que fazer por isso... ou não?
quarta-feira, março 09, 2016
Dos ódios de estimação
Odeio não entender. Odeio quando os acontecimentos me ultrapassam e eu não consigo "ter mão" neles. Odeio quando algo acontece sem que eu perceba como. Odeio ser apanhada desprevenida. Odeio não saber. Odeio a ignorância, a todos os níveis. Porque a constatação da ignorância, quando se trata de mim, é absolutamente cansativa: faz-me procurar, indagar, dar voltas à cabeça, pesquisar. Não descanso enquanto não fico a saber, enquanto não entendo, enquanto não obtenho uma resposta. Não descanso. Pior ainda: quando a minha pesquisa não dá frutos. Canso-me. Não desisto. Procuro, procuro. Penso. Conjecturo hipóteses, cenários. Leio. Recordo. Afundo-me mais na memória. Pergunto. Pergunto-me. E nada... E faço tudo outra vez...
Odeio ficar na ignorância. Odeio.
terça-feira, março 08, 2016
sexta-feira, março 04, 2016
Talvez nada me defina tão bem como a perseverança...
"Difficult things take a long time, impossible things a little longer."
Autor desconhecido
quinta-feira, março 03, 2016
quarta-feira, março 02, 2016
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