não é dada pelos ponteiros do relógio nem pela posição do sol... simplesmente sente-se... quando, de repente, faz sentido.
sexta-feira, junho 22, 2012
Verdadeiramente
in http://asubaka.blogspot.pt/
quinta-feira, junho 21, 2012
Jogando a toalha!
(... and T. has left the building...)
Perfil
Bom, estando eu no trabalho, talvez pudesse trabalhar...
Nããããã, é melhor não, sou uma trabalhadora consciente, de certeza que não vai sair nada de jeito!
Mas como tudo tem um lado bom...
Agora lá está ela, com mais alguma cor, cor essa que, se formos a ver, com facilidade se mantém. Basta querer, ter força de vontade e organização e fazer alguns pequenos ajustes no meu estilo de vida... a saber, deixando-me, por exemplo, de gastos supérfluos com comida (que necessidade há de comer todos os dias, afinal?!) e abdicando do luxo de ter um tecto em cima da cabeça e passando a viver debaixo da ponte (tanta ponte bonita que há por aí, com vistas óptimas, as pessoas às vezes também são "garganeiras" e mal agradecidas, não dão valor às coisas simples e belas que a vida lhes oferece!) ...
Posto isto, espera-me um Verão do melhor que há, financeiramente falando. Fossem todos como eu e este país andava na linha!
quarta-feira, junho 20, 2012
Para a posteridade
É bonito ver, pela primeira vez, o item "subsídio de férias" engalanado... com zeros! Só zeros. Fica assim, sei lá, tudo redondinho...
E é curioso também porque me faz ter a certeza de que a minha entidade patronal afinal não é uma entidade desprovida de sensibilidade, fria e impessoal. Não! Podia ter simplesmente omitido essa rubrica, não era? Podia ter enviado um recibo igual aos dos outros meses... mas não! Fez questão de colocar a referência ao subsídio que NÃO vamos receber justamente porque é capaz de ter sentimentos... o sadismo, por exemplo...
Foi bonito. Muito bonito.
terça-feira, junho 19, 2012
Brico... coiso...
sexta-feira, junho 15, 2012
SMS
quinta-feira, junho 14, 2012
O da coincidência
quarta-feira, junho 13, 2012
Onze por todos, todos por onze!
(Caraças..! Um dia destes dá-me uma coisinha má..!)
terça-feira, junho 12, 2012
A linha
Perguntámo-nos, ficámos sem resposta. Continuaremos, por isso, a tentar encontrá-la em nós mesmas, quem sabe não nos esbarramos com ela ao virar de uma qualquer esquina da vida que ainda nos falte dobrar.
Sabemos quem somos, como somos, conhecemos o nosso grau de exigência, a nossa insatisfação. Reconhecemos já também que a vida não se coaduna com grandes expectativas, que nunca nada é a cem por cento, que a realidade é muito mais crua e prática do que gostaríamos que ela fosse, que não está para grandes filosofias nem almeja o óptimo, o "assim-assim" é o que se consegue na maioria das vezes. Não obstante, a nossa natureza impele-nos sempre a procurar mais longe, mesmo que só um bocadinho, mesmo que já muito refreadas pela praticidade dos dias e do que é suposto ser. Mesmo assim, não deixamos de querer que a vida não se reja só pela simples sobrevivência e/ou linear existência, continuamos a acreditar que andamos neste mundo para mais do que isso.
Onde fica a linha então?
Se olharmos em volta, se nos basearmos naquilo que a maioria nos "devolve" da sua vida, percebemos sem equívocos que pertencemos aos "outros". Não nadamos propriamente contra a corrente mas também não nos deixamos simplesmente ir com ela, preferindo percorrer um outro rio, mesmo que um pouco mais arriscado, um pouco diferente do comum. O objectivo é o mesmo de toda a gente: ser feliz. O método difere.
E onde fica a linha?
Mas como pau de giz fincando o quadro negro, as dúvidas de quem pára para pensar, de quem pensa porque pára, de quem pensa antes de construir e no decorrer da sua construção, a par e passo.
Mas onde fica a linha?
Compreendemos a necessidade salutar de aprender a aproveitar o que temos, a valorizar o que de bom a vida mantém e nos dá. Mas não podemos deixar de nos interrogar: onde fica a linha? Onde fica a linha que separa o gozo daquilo com que a vida nos presenteia e a acomodação a essa realidade? Como saber quando a estamos a ultrapassar, quando deixámos de apenas abraçar o que temos e passámos a adaptarmo-nos a isso, a conformarmo-nos, desistindo de procurar mais, melhor, mais completo, que corresponda a maior felicidade, desistindo por comodismo e suposta objectividade da construção de nova teia, de novo enquadramento? Estaremos nós perante o típico "quem tudo quer, tudo perde"? Será mesmo suposto não querer mais? E querendo, quando sabemos que é demais ou irrealista? E desistindo de querer, não definharemos, não nos votaremos ao exílio no meio da multidão para com ela seguir os destinos já comprovados?
Onde, em que momento, passamos de aproveitar para nos resignar, de abraçar para nos deixarmos só estar no colo, de viver para ir vivendo?
Em apneia
No outro dia, vi o "The Best Exotic Marigold Hotel". Um filme simples, uma história amorosa mas leve, nada de absolutamente genial ou aprofundado, mas com interpretações fabulosas daquelas que me fazem sempre pensar que é aquilo que quero ser quando for grande. Uma das personagens tinha como crença "No fim, vai ficar tudo bem. Se não ficar, é porque ainda não é o fim."
E eu digo: no fim vai ficar tudo bem. Se não ficar, é porque ainda não é o fim.
Perfil
E quando eu fico furibunda, reclamo. E, portanto, reclamação a sair já a seguir que é por causa das coisas!
Assholes! (Com itálico! Viram como é fácil??)
segunda-feira, junho 11, 2012
Os meus são estes
domingo, junho 10, 2012
Frase do dia
sexta-feira, junho 08, 2012
It's magic...!
Carl Sagan
quarta-feira, junho 06, 2012
Puxão de orelhas
Mas será que tenho que explicar tudo?!?!
terça-feira, junho 05, 2012
Perfil
Não sei o quê ou muito ao mesmo tempo. Tudo de que me lembro, assim que me lembro, e a coisa a seguir, logo a seguir. Ou nada do que já pensei e quase tudo que sinto que pode ainda vir, cada ideia a provocar melhores sensações que a anterior, até haver uma que me desilude e me faz voltar à inicial. Ou até todas me parecerem boas e não conseguir escolher.
É assim que estou. Apetece-me, pronto.
segunda-feira, junho 04, 2012
Shake it out, shake it out!
Florence and the Machine
Regrets collect like old friends
Here to relive your darkest moments
I can see no way, I can see no way
And all of the ghouls come out to play
And every demon wants his pound of flesh
But I like to keep some things to myself
I like to keep my issues strong
It's always darkest before the dawn
And I've been a fool and I've been blind
I can never leave the past behind
I can see no way, I can see no way
I'm always dragging that horse around
Our love is pastured such a mournful sound
Tonight I'm gonna bury that horse in the ground
So I like to keep my issues strong
But it's always darkest before the dawn
Shake it out, shake it out,
Shake it out, shake it out, ooh whoa
Shake it out, shake it out,
Shake it out, shake it out, ooh whoa
And it's hard to dance with a devil on your back
So shake him off, oh whoa
'Cause I am done with my graceless heart
So tonight I'm gonna cut it out and then restart
'Cause I like to keep my issues strong
It's always darkest before the dawn
Shake it out, shake it out,
Shake it out, shake it out, ooh whoa
Shake it out, shake it out,
Shake it out, shake it out, ooh whoa
And it's hard to dance with a devil on your back
So shake him off, oh whoa
I tried to dance with the devil on your back
And given half the chance would I take any of it back
It's a final mess but it's left me so empty
It's always darkest before the dawn
(Oh whoa, oh whoa)
And I'm damned if I do and I'm damned if I don't
So here's to drinks in the dark at the end of my road
And I'm ready to suffer and I'm ready to hope
It's a shot in the dark and right at my throat
'Cause looking for heaven, found the devil in me
Looking for heaven, for the devil in me
Well what the hell I'm gonna let it happen to me
Shake it out, shake it out,
Shake it out, shake it out, ooh whoa
Shake it out, shake it out,
Shake it out, shake it out, ooh whoa
And it's hard to dance with a devil on your back
So shake him off, oh whoa
Lillian Boutté
Constatação #58
Frase do dia
Maya Angelou
quinta-feira, maio 31, 2012
Frase do dia
Leon Suenens
(é isto, não é, C.?)
quarta-feira, maio 30, 2012
"C'a nerves!" e a senhora que me fez sorrir
Gargalhadas sonoras, conversas de trás para a frente, gente que entra e sai como se estivesse nos bares do Bairro Alto, as histórias do "meu filho isto" e de que "a minha mais nova aquilo" assumindo-se que todos têm interesse em ouvir, os telemóveis que parecem não ter a opção "silêncio"... tudo a tornar hercúleo o meu esforço para não desatar à bofetada verbal e dar razão aos comentários sobre o meu feitio irascível!
Solução: saio. Por cinco minutos que seja, saio, vou apanhar ar.
No meio do parque, uma senhora já de certa idade aproxima-se para perguntar pela saída, "isto é tão grande, não me entendo". Já não estava longe, o caminho era quase a direito, agradece e já a dirigir-se para o local indicado vira-se para trás e diz "Obrigado. Sabe... é muito bonita!". Apanhada de surpresa, agradeci toscamente e ouvi "não tem nada que agradecer, o que é... é!". Fez-me sorrir.
E voltei.
O que é, é. E pode ser que consiga não perder a paciência afinal...
terça-feira, maio 29, 2012
Entrevista
J. Rentes de Carvalho
segunda-feira, maio 28, 2012
sexta-feira, maio 25, 2012
Pérolas da "porca" #12
- E eu deixei bem claro, têm que tomar uma decisão! Ou vão para a esquerda ou para a direita ou... uóeva!, mas alguma coisa tem que ser feita!
S. Pisar
quinta-feira, maio 24, 2012
Desabafo com sabor a limão
Quando acedo a jornais online quero ler as notícias e NÃO saber, 46785 vezes ou mais!, dependendo de quantas vezes mudar de página, que o detergente X agora não lava só os pratos de uma qualquer vila espanhola que ninguém conhece mas sim todos os do universo e arredores, ou que a trampa do seguro do carro, que agora até já nem dá para apresentar no IRS, é mais barato na Seguros não sei quê em 12 cêntimos!
E depois, filhos de uma grande égua!, fazem a coisa de forma a que seja:
- difícil ver logo o botão "fechar" (assim, enquanto se procura, vai-se passando os olhos pela embalagem, sujeitando-se à lavagem cerebral da ordem não se conseguindo ler mais nada!)
- fácil errar esse alvo, cada vez mais pequeno e dissimulado (que às vezes tem vida própria e até foge, o sacana!), e por isso...
- fácil de entrar na bem dita da página promocional que ocupa o ecrã todo de forma a levarmos novamente com a embalagem na tola mas desta vez em formato XXL!
E isto repetido quase até ao infinito, caso o leitor seja uma criatura interessada em várias temáticas... é desumano e até perigoso! Impede o acesso ao conhecimento e "cutuca" o que de pior há em nós, leitores pacatos, que nos vemos de repente com ganas de estrangular alguém que se aproxime demasiado ou de destruir o equipamento informático à nossa frente!
Mas será que ainda ninguém percebeu que esta técnica AFASTA os consumidores em vez de os aproximar? Acham o quê?? Que, depois disto, depois de sentir o civismo e a compostura a fugir-me por entre os dedos, vou já aproveitar a hora do almoço para ir a correr para o hiper comprar o detergente só porque ele se me enfiou olhos adentro milhões de vezes enquanto tentava perceber o que se passa pelo mundo? A sério que acham?
Pois tenho a informar, se alguns desses génios da publicidade me estiver a ouvir que, só por causa disso, a próxima vez que for às compras, vou deitar abaixo das prateleiras todas as embalagens que vir, vou comentar alto e a bom som que uma prima minha ficou com o serviço de porcelana, prenda de casamento de altíssima qualidade!, todo cor de salmão porque os alperces que o engalanavam desbotaram por ali a fora depois de usar aquilo, vou avisar todas as donas de casa que os tiverem nos carrinhos que aquilo provoca brotoeja nas "partes" só de cheirar e que as pataniscas ficam todas a saber a limão sintético quando feitas em recipientes lavados com aquela gaita!
Pronto, é nisto que dá serem "garganeiros"!
Toma! Vai buscar!
quarta-feira, maio 23, 2012
Rascunhos
Não há nada pior do que um texto que fica aquém das suas expectativas, que promete mas não cumpre. Não há nada pior do que um texto que não diz o que quer dizer, que até parece bem encaminhado de início mas que depois se verifica que apenas aflorou ao de leve o assunto não tendo conseguido dar-lhe corpo e força suficientes, que não expressou a sua intenção, que não conseguiu passar a verdadeira mensagem. Não há nada pior do que dizer e ser mal dito.
Escrevo, apago, penso. Carrego na "pausa", prefiro esperar pelo momento em que tudo se encaixa.
Euroconfusa
Eu tento, eu juro que tento, eu leio, eu esforço-me, eu volto a ler. Tenho que admitir, há coisas para as quais não tenho a capacidade de entendimento que gostaria. Sinto-me, quase sempre, com o pé a resvalar ladeira da ignorância abaixo, só por um pouco - justamente porque tento - me consigo agarrar à pontinha dos calhaus de informação e não me deixar rebolar sem salvação. Assumo.
E, por isso mesmo... não me candidato a governante! Boa??? De nada! Nem de um país nem de um banco nem da mercearia lá da rua!
Não sei porquê mas eu diria que mais gente devia ter pensado nisto a dada altura das suas vidas...
Draconiano
"Deve-se a Drácon o começo de um importante princípio do Direito Penal: a diferença entre o homicídio involuntário, voluntário e legítima defesa.
No codigo de Drácon, a punição para qualquer forma de roubo era a morte. Tanto o furto como o assassinato recebiam a mesma punição: a morte. Essa severidade fez que o adjetivo draconiano (do francês draconien) chegasse à posteridade como sinônimo de desumano, excessivamente rígido ou drástico. Dêmades, político ateniense do século IV a.C., disse que "as leis de Drácon tinham sido escritas com sangue e não com tinta". As leis eram tão severas que os atenienses as aboliram, não por algum decreto, mas apenas deixando de cumprí-las."
terça-feira, maio 22, 2012
Perfil
(Ui! O gato B. vai ficar encantando! De certeza que, assim que avisado, irá dar lustro ao pêlo para, brilhante e contente, correr a casa à frente dos ilustres desconhecidos, apresentando-os a cada divisão, não deixando de, pelo meio, lhes pedir colo e festas. Como bom anfitrião que é...)
segunda-feira, maio 21, 2012
domingo, maio 20, 2012
Frase do dia
sexta-feira, maio 18, 2012
Frase do dia
Unknown
quinta-feira, maio 17, 2012
Titãs
quarta-feira, maio 16, 2012
segunda-feira, maio 14, 2012
A Meryl disse. E eu digo.
Meryl Streep in Postcards from the Edge.
Perfil
Não. Na realidade, a realidade esteve sempre comigo.
E isso é mau?
Ainda não me decidi...
domingo, maio 13, 2012
E conta a minha mãe...
terça-feira, maio 08, 2012
Frase do dia
A lista
Ligava e pedia: "vai listando coisas de que não me posso esquecer". E tu, naturalmente, porque para nós era do mais natural, tivesse eu ou tu a idade que tivéssemos, começavas a enumerar o que não podia faltar numa viagem, mesmo tratando-se de um fim de semana a três passos daqui.
A lista, ao longo dos anos, foi-se modificando, adaptando-se ao correr dos tempos e abraçando já as novas tecnologias (tens que levar o carregador), nunca esquecendo as condições climatéricas (samarra! pronto, está bem, talvez não uma samarra mas uma coisa quente que deve estar frio), passando pelos básicos mas tão essenciais (não te esqueças da escova de dentes!).
Hoje, como sempre, como quando te tinha do outro lado do telefone e mesmo como quando já não te podia ligar, fiz mentalmente a lista dando-lhe a tua voz. Porque, por instinto, será sempre o meu ritual. Porque não posso viajar seja para onde for sem a ouvir de ti.
segunda-feira, maio 07, 2012
Constatação #56
E eu, felizmente, tenho provas disso.
Presciente
1. Que tem presciência, que prevê o futuro.
2. [Por extensão] Previdente.
Quem nunca desejou, uma vez que fosse, ser presciente...?
domingo, maio 06, 2012
sexta-feira, maio 04, 2012
Traços
Consuetudinário
(latim consuetudinarius, -a, -um)
quinta-feira, maio 03, 2012
Porque vem a propósito. E porque é uma das minhas preferidas de sempre.
Cyndi Lauper
You with the sad eyes
Don't be discouraged
Oh I realize
It's hard to take courage
In a world full of people
You can lose sight of it all
And the darkness inside you
Can make you feel so small
But I see your true colors
Shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors
True colors are beautiful,
Like a rainbow
Show me a smile then,
Don't be unhappy, can't remember
When I last saw you laughing
If this world makes you crazy
And you've taken all you can bear
You call me up
Because you know I'll be there
Shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors
True colors are beautiful,
Like a rainbow
True colors
Já está. E seja o que os deuses quiserem.
A distinta "lata"
Se esperava? Não esperava nem deixava de esperar mas, pensando bem, até seria a reacção mais lógica porque não gosta de ser apanhada em falso e quando o é, rebate instintivamente virando "o bico ao prego".
Respondi regendo-me por uma medida pequena, para já, na esperança que seja suficiente. Porque a minha vida está cheia de aspectos bem mais significativos e, cada vez mais, me preocupo em canalizar a minha energia para o que me acrescenta e não para o que me subtrai. Espero não ter que aumentar a dose. Espero que, para além da "latosa" e da falta de vergonha, dê uso à sua tão apregoada inteligência...
quarta-feira, maio 02, 2012
(Não) venha cá!
Sweet...
O Eu
in http://asubaka.blogspot.pt/
terça-feira, maio 01, 2012
segunda-feira, abril 30, 2012
Em construção
Decido. Tanto sobre as peças da banheira como sobre as pessoas que fazem parte da minha vida. Decido, acima de tudo, sobre mim, sobre o que quero para mim, o que quero ter nos meus dias.
Muitas vezes, sento-me com as mãos segurando a testa e penso no que é a minha vida, em como ela se transformou nisto que é hoje, em como quero que mude. O que é isto, afinal? - pergunto eu. E também respondo: é algo em construção.
Dou passos em frente, mil vezes pensados, e não recebo o retorno esperado. Talvez tenha que ser assim, talvez o tempo tenha mesmo que passar e não só para mim.
Numa outra frente de batalha, semeio sem saber o que vou colher. Preparando-me psicologicamente para que aconteça o de sempre, que volte de novo a sentir a frustração de quem não consegue alcançar o que quer, tomo as rédeas porque não há outra forma de o fazer. Para não chegar ao dia em que me lamento por nem sequer ter tentado.
Deito-me e na escuridão do quarto consigo elevar a mente do corpo e ver-me de uma outra perspectiva. Ali estou, encolhida, de joelhos ao queixo. A cena central, a base de tudo, é a minha cama, é lá que me vejo. À minha volta, pedaços de histórias, de filmes a decorrer, de vida. E eu sou mera espectadora deitada a vê-los rodopiar por cima da minha cabeça. Não participo em nada, só assisto, não me parecem familiares, não me ligo a eles. O meu filme sou só eu.
domingo, abril 29, 2012
80ª Feira do Livro de Lisboa
sexta-feira, abril 27, 2012
Na autoestrada em sentido contrário?
segunda-feira, abril 23, 2012
Para tudo há um tempo
sexta-feira, abril 20, 2012
Provas
Autor desconhecido da maioria e anónimo por opção
Animal
quinta-feira, abril 19, 2012
Palavras
quarta-feira, abril 18, 2012
Constatação #55
terça-feira, abril 17, 2012
O da arrecadação
Uma alegria para sempre
"As coisas que não conseguem ser olvidadas continuam acontecendo.
Sentimo-las como da primeira vez, sentimo-las fora do tempo, nesse mundo do sempre onde as datas não datam. Só no mundo do nunca existem lápides...
Que importa se – depois de tudo – tenha "ela" partido, casado, mudado, sumido, esquecido, enganado, ou que quer que te haja feito, em suma? Tiveste uma parte da sua vida que foi só tua e, esta, ela jamais a poderá passar de ti para ninguém. Há bens inalienáveis, há certos momentos que, ao contrário do que pensas, fazem parte da tua vida presente e não do teu passado. E abrem-se no teu sorriso mesmo quando, deslembrado deles, estiveres sorrindo a outras coisas.
Ah, nem queiras saber o quanto deves à ingrata criatura...
A thing of beauty is a joy for ever disse, há cento e muitos anos, um poeta inglês que não conseguiu morrer."
Mario Quintana
Porque é bom que se farta!
Told myself that you were right for me
But I'll admit that I was glad that it was over
And I don't even need your love
No, you didn't have to stoop so low
But had me believing it was always something that I'd done
But I don't wanna live that way, reading into every word you say
You said that you could let it go
And I wouldn't catch you hung up on somebody that you used to know
And I don't even need your love
No, you didn't have to stoop so low
Somebody, now you're just somebody that I used to know
segunda-feira, abril 16, 2012
A "porca" parece ter uma irmã gêmea (ou 'génia', como qualquer uma delas diria...)
- Eu não concordo com isso, não é justo. Não se pode amputar responsabilidades a quem não as tem!
Faktum
sexta-feira, abril 13, 2012
Porque a vida também é para isto... (e porque me faz dançar!!!!)
O dos livros
Além deles...
Clarice Lispector
No fio da navalha
quinta-feira, abril 12, 2012
O da quermesse
quarta-feira, abril 11, 2012
Todos os nomes
Géneros
Inadimplência
terça-feira, abril 10, 2012
Surpresa
segunda-feira, abril 09, 2012
quinta-feira, abril 05, 2012
Perfil
quarta-feira, abril 04, 2012
Costas demasiado largas para pouco mais que metro e meio
Lobotomia. Temo que a única solução seja a lobotomia...
terça-feira, abril 03, 2012
Porque dá vontade de simplesmente fechar os olhos e ouvir....
I Can't Make You Love Me/Nick of Time
Bon Iver
Turn down the bed
Turn down these voices
They're inside my head
Lay down with me
Tell me no lies
Just hold me close
And don't patronize me
Don't patronize me
'Cause I can't make you love me
If you don't
You can't make your heart feel
Something it won't
Here in the dark
In these final hours
I will lay down my heart
If I feel the power, but you don't
No, you don't
'Cause I can't make you love me
If you don't
If you dont
No, you won't
I'll close my eyes,
Then I won't see
The love you don't feel
When you're holding me.
Morning will come,
And I'll do what's right
Just give me till then
To give up this fight.
And I will give up this fight.
'Cause I can't make you love me
If you don't
I can't make your heart feel
Something it won't
Here in the dark
In these final hours
I will lay down my heart
If I feel the power, but you don't
No, you don't
I can't make you love me if you don't
If you don't
No you, no you won't
I found love, darling
I found love, darling
I found love, darling, yeah, baby darling
I found love, darling, yeah
I found love, darling, darling, darling
Love in the knick of time
I found love, darling, yeah
Love in the knick of time
Mostro-me como sou
segunda-feira, abril 02, 2012
Balanço dos dias de chuva
Moeda ao ar
Why? Because when that coin is in the air... You suddenly know what you're hoping for."
in http://asubaka.blogspot.pt/
















